Propriedades globais de superaglomerados de galáxias (2010)
- Authors:
- Autor USP: DUARTE, MARCUS VINICIUS COSTA - IAG
- Unidade: IAG
- Sigla do Departamento: AGA
- Subjects: AGLOMERADOS DE GALÁXIAS; POPULAÇÕES ESTELARES
- Language: Português
- Abstract: Estudamos neste trabalho as propriedades globais dos superaglomerados de galáxias com uma amostra de galáxias observadas espectroscopicamente pelo Sloan Digital Sky Survey (SDSS). Nossa amostra limitada em volume possui 121.002 galáxias com 'M IND. R'<-21 dentro do intervalo de reshift 0,02<z< 0, 155. Identificamos os superaglomerados utilizando os métodos de campo de densidades e friends-of-friends. Escolhemos um parâmetro de suavização 'SIGMA = 8h POT.-1'Mpc e amostramos o campo de densidades numa grade de largura 'IOTA. IND.cel=4h POT.-1'Mpc. Com o intuito de avaliar o efeito do limiar de densidade na identificação dos superaglomerados, escolhemos dois valores: um correspondente ao número máximo de estruturas em grande escala e um com o maior superaglomerado com dimensão de aproximadamente '120h. POT. -1' Mpc. Para cada valor obtivemos a riqueza e a luminosidade total dos objetos. Para uma análise morfológica, os Funcionais de Minkowski foram calculados e os superaglomerados foram classificados como filamentos, fitas e panquecas. Analisando possíveis correlações entre as características dos superaglomerados, encontramos que filamentos tendem a ser mais ricos e consequentemente mais luminosos e com uma maior dispersão de velocidades. Usando a distribuição cumulativa de luminosidade de superaglomerados, encontramos que as distribuições de filamentos e fitas são distintas entre si. Num apêndice apresentamos um estudo das populações estelares de galáxias emsuperaglomerados. Calculamos a densidade local para cada galáxia e estudamos um análogo da relação morfologia-densidade através da relação entre densidade local e os parâmetros espectrais. Nenhuma diferença significativa foi notada entre filamentos, fitas e panquecas. Em outras palavras, comportamentos similares foram identificados para todos os parâmetros espectrais e morfologias dos superaglomerados, em todos os limiares. Resultado semelhante foi ) obtido para a distribuição cumulativa dos parâmetros espectrais. Finalmente, estudamos a influência dos aglomerados no ambiente interno dos superaglomerados. Valores médios dos parâmetros espectrais foram calculados dentro de esferas centradas nas BCGs (Brightest Cluster Galaxies) e verificamos todos os perfis dos parâmetros espectrais apresentam tendências a populações mais jovens à medida que a distância da BCG aumenta. O perfil mediano apresentou valores assintóticos para distâncias maiores que aproximadamente '8h POT. -1' Mpc. Esse valor é da mesma ordem que o parâmetro de suavização o que usamos, o que pode explicar porque não encontramos relações entre a morfologia dos superaglomerados e os valores médios dos parâmetros espectrais das populações estelares das galáxias que os constituem.
- Imprenta:
- Data da defesa: 26.02.2010
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ABNT
DUARTE, Marcus Vinicius Costa. Propriedades globais de superaglomerados de galáxias. 2010. Dissertação (Mestrado) – Universidade de São Paulo, São Paulo, 2010. . Acesso em: 16 fev. 2026. -
APA
Duarte, M. V. C. (2010). Propriedades globais de superaglomerados de galáxias (Dissertação (Mestrado). Universidade de São Paulo, São Paulo. -
NLM
Duarte MVC. Propriedades globais de superaglomerados de galáxias. 2010 ;[citado 2026 fev. 16 ] -
Vancouver
Duarte MVC. Propriedades globais de superaglomerados de galáxias. 2010 ;[citado 2026 fev. 16 ] - Estudo da evolução de galáxias através de diagramas de diagnóstico e síntese espectral
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