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The Amares basin: an ENE-WSW graben formed by recent reactivation of the late-Variscan fracture network? (2001)

  • Authors:
  • Autor USP: TASSINARI, COLOMBO CELSO GAETA - IGC
  • Unidade: IGC
  • Assunto: CRONOLOGIA
  • Language: Inglês
  • Abstract: Para uma melhor avaliação dos riscos de poluição, recursos e qualidade da água, e casualidades geotécnicas e sísmicas, torna-se necessário um conhecimento detalhado da rede da fracturação em Portugal Com esta motivação em mente, procedeu-se a um estudo detalhado da rede de fracturação numa área dominada por granitos a NE de Braga, NW de Portugal. As metodologias utilizadas na detecção de fracturas incluíam a análise geomorfológica em mapas topográficos e modelos digitais de terreno, e a interpretação de lineamentos em fotografias aéreas verticais e imagens de satélite. Esta interpretação geral, seguida de caracterização estrutural detalhada no campo, revelou três sistemas principais de fracturas subverticais: duas famílias predominantes, E-W a ENE-WSW e NNW-SSE, e um sistema subsidiário N-S a NE-SW. Os preenchimentos minerais de falha mais antigos e de mais alta temperatura (sobretudo agregados de quartzo mais grosseiro, turmalina e muscovite) preservam critérios de movimento predominantemente de desligamento \2013 esquerdo no sistema E-W a ENE-WSW, e direito nas famílias NNW-SSE e N-S a NE-SW. A idade, a geometria e a cinemática sugerem que os sistemas NNW e NNE representem os conjugados direitos variscos do sistema esquerdo E-W a ENE-WSW. As rochas de falha mais jovens e de mais jovens e de mais baixa temperatura (normalmente farinhas de falha muito finas) indicam um movimento dominante de \201Cdip slip\201D em todos os sistemas de falhas observados.Realizaram-se também estudos de ASM para avaliação da deformação em rochas graníticas. Os dados obtidos mostram deformação dúctil do granito localizada e relacionada com movimentos mais precoces acomodados por zonas de falha principais. A datação isotópica (K/Ar) de concentrados de muscovite de superfícies de falha e de um dique aplítico instruído numa falha NE-SW aponta para uma idade mínima de cerca de 312 Ma o evento mais precoce de fracturação. A idade da reactivação mais fria e mais jovem foi constrangida pela geomorfologia e pela tectônica. Elementos geomorfológicos bem preservados (e.g., fundo chato e patamares, dispostos em degrau, limitados por falhas subverticais com movimentação em \201Cdip slip\201D nas vertentes que limitam o graben) e o actual conhecimento do campo de tensões alpino sugerem que a bacia de Amares seja tectônica (graben) e recente (pelo menos reactivada desde o Miocénico superior). A geometria e a cinemática mais recente de todos os sistemas de fracturas, conjuntamente com o alongamento ENE-WSW do graben, sugerem que este possa resultar de extensão no arco externo de litosfera arqueada durante compressão NNW-SSE recente.
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    • ABNT

      MARQUES, F. O. et al. The Amares basin: an ENE-WSW graben formed by recent reactivation of the late-Variscan fracture network?. Comunicações do Instituto Geológico e Mineiro, v. 88, p. 33-50, 2001Tradução . . Disponível em: https://repositorio.usp.br/directbitstream/da5e3e7f-46aa-43e7-923c-ab2a6c8c5e64/1815578.pdf. Acesso em: 26 fev. 2024.
    • APA

      Marques, F. O., Mateus, A., Amaral, H., Gonçalves, M. A., Tassinari, C. C. G., Silva, P., & Miranda, J. M. (2001). The Amares basin: an ENE-WSW graben formed by recent reactivation of the late-Variscan fracture network? Comunicações do Instituto Geológico e Mineiro, 88, 33-50. Recuperado de https://repositorio.usp.br/directbitstream/da5e3e7f-46aa-43e7-923c-ab2a6c8c5e64/1815578.pdf
    • NLM

      Marques FO, Mateus A, Amaral H, Gonçalves MA, Tassinari CCG, Silva P, Miranda JM. The Amares basin: an ENE-WSW graben formed by recent reactivation of the late-Variscan fracture network? [Internet]. Comunicações do Instituto Geológico e Mineiro. 2001 ; 88 33-50.[citado 2024 fev. 26 ] Available from: https://repositorio.usp.br/directbitstream/da5e3e7f-46aa-43e7-923c-ab2a6c8c5e64/1815578.pdf
    • Vancouver

      Marques FO, Mateus A, Amaral H, Gonçalves MA, Tassinari CCG, Silva P, Miranda JM. The Amares basin: an ENE-WSW graben formed by recent reactivation of the late-Variscan fracture network? [Internet]. Comunicações do Instituto Geológico e Mineiro. 2001 ; 88 33-50.[citado 2024 fev. 26 ] Available from: https://repositorio.usp.br/directbitstream/da5e3e7f-46aa-43e7-923c-ab2a6c8c5e64/1815578.pdf


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