Sobrevivência de mórulas de camundongos congeladas em diferentes crioprotetores: efeitos das temperaturas de imersão em nitrogênio líquido a -25 ou a -30°C e dos métodos de remoção do crioprotetor (1997)
- Authors:
- Autor USP: PANTANO, THAIS - FMVZ
- Unidade: FMVZ
- Sigla do Departamento: VRA
- Subjects: CRIOPROTETORES ANIMAL; DESCONGELAMENTO; TRANSFERÊNCIA DE EMBRIÕES
- Language: Português
- Abstract: Os efeitos das temperaturas de imersão em nitrogênio líquido e dos métodos de remoção do crioprotetor foram avaliados em mórulas compactas de camundongos congeladas em etileno-glicol (E), propileno-glicol (P) e glicerol (G). Os embriões foram equilibrados em E (1,5M), P (1,4M) ou G (1,4M) por 10 minutos e envasados em palhetas de 0,25ml que continham solução crioprotetora nas três colunas (E1, P1, G1) ou PBS nas colunas das extremidades (E2, P2). As palhetas foram imersas em álcool a -5°C em máquina com controle de temperatura programável, realizada a indução da cristalização e iniciado o resfriamento a 0, 5°C/minuto até -25 ou -30°C, quando foram imersas em nitrogênio líquido. A descongelação foi feita em água a 22°C por 20 segundos. Os embriões congelados em glicerol (G1) tiveram o crioprotetor removido em solução de PBS contendo concentrações decrescentes de glicerol e constantes de sacarose. Os embriões congelados em palhetas com etileno-glicol e propileno-glicol nas 3 colunas (E1 e P1), foram colocados diretamente em solução de PBS. As palhetas com PBS nas extremidades (E2, P2) foram agitadas, sendo os embriões mantidos na mistura de crioprotetor e PBS por 10 minutos e transferidos para o PBS. A sobrevivência das mórulas congeladas e não congeladas (grupo controle) foi avaliada através do desenvolvimento "in vitro" até blastocisto e "in vivo" até fetos. A análise estatística indicou que a seqüência dos melhores grupos "in vitro" foi o Controle; E1 a -30°C e E1 a-25°C; E2 a -30°C e E2 a -25°C; G1 a -30°C e G1 a -25°C e os piores P1 a -30°C; P2 a -30°C; P1 a -25°C e P2 a -25°C, enquanto "in vivo" as taxas de implantações, de reabsorções e de fetos dos grupos de embriões congelados em G1 a -30°C; E1 a -30°C e E2 a -2SoC não diferiram em relação às taxas do grupo controle, sendo o grupo E 1 a -25°C inferior a todos os grupos. Os resultados "in vitro" apontam que o melhor crioprotetor para a congelação ) de mórulas compactas de camundongos foi o etileno-glicol e o melhor método de remoção deste crio protetor foi a transferência direta para o PBS, não sendo observada diferença entre as temperaturas de imersão em nitrogênio líquido, enquanto "in vivo", as taxas de implantações entre etileno-glicol e glicerol foram semelhantes, sendo importante a remoção do etileno-glicol na própria palheta quando se utiliza imersão em nitrogênio líquido a -25°C.
- Imprenta:
- Data da defesa: 09.04.1997
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ABNT
PANTANO, Thaís. Sobrevivência de mórulas de camundongos congeladas em diferentes crioprotetores: efeitos das temperaturas de imersão em nitrogênio líquido a -25 ou a -30°C e dos métodos de remoção do crioprotetor. 1997. Dissertação (Mestrado) – Universidade de São Paulo, São Paulo, 1997. . Acesso em: 26 jan. 2026. -
APA
Pantano, T. (1997). Sobrevivência de mórulas de camundongos congeladas em diferentes crioprotetores: efeitos das temperaturas de imersão em nitrogênio líquido a -25 ou a -30°C e dos métodos de remoção do crioprotetor (Dissertação (Mestrado). Universidade de São Paulo, São Paulo. -
NLM
Pantano T. Sobrevivência de mórulas de camundongos congeladas em diferentes crioprotetores: efeitos das temperaturas de imersão em nitrogênio líquido a -25 ou a -30°C e dos métodos de remoção do crioprotetor. 1997 ;[citado 2026 jan. 26 ] -
Vancouver
Pantano T. Sobrevivência de mórulas de camundongos congeladas em diferentes crioprotetores: efeitos das temperaturas de imersão em nitrogênio líquido a -25 ou a -30°C e dos métodos de remoção do crioprotetor. 1997 ;[citado 2026 jan. 26 ]
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