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Resistência à fadiga flexural dos sistemas rotatórios k3 e Endosequence em razão do uso (2008)

  • Authors:
  • USP affiliated author: BRISIGHELLO, LUIS CESAR - FO
  • School: FO
  • Sigla do Departamento: ODD
  • Subjects: INSTRUMENTOS ENDODÔNTICOS; FADIGA (FISIOLOGIA); RESISTÊNCIA; NÍQUEL; TITÂNIO
  • Language: Português
  • Abstract: O presente estudo teve como objetivo avaliar a resistência à fadiga cíclica de dois diferentes sistemas rotatórios de níquel-titânio, K3 (Sybron Endo, EUA) e Endosequence (Brasseler, EUA), fundamentando-se no número de usos. Todas as limas rotatórias que foram selecionadas possuíam conicidade 0.04, 25 mm de comprimento e diâmetro de ponta 25, padrão ISO. Para tal logro, um dispositivo desenvolvido especificamente para executar ensaios dinâmicos foi utilizado. Cada grupo foi subdividido em quatro subgrupos em função do número de usos, sendo estabelecidos da seguinte maneira: grupos A0 e B0, instrumentos sem nenhum uso; grupos A1 e B1, instrumentos de um único uso; grupos A3 e B3, instrumentos de três usos e grupos A5 e B5, instrumentos de cinco usos. Cada subgrupo era composto por 12 limas, totalizando 96 instrumentos rotatórios entre K3 e Endosequence. A simulação foi realizada em canais artificiais de resina com curvatura de 40 graus e raio de 5 mm. Todas as limas foram submetidas a ensaios de fadiga cíclica realizados em um dispositivo experimental que permitiu que o instrumento reproduzisse uma instrumentação rotatória em canais curvos. Esse dispositivo possui um temporizador, que registra o tempo de avanços em segundos, desde o início do movimento até a fratura da lima e também um contador, que registra dentro do intervalo de tempo o número de ciclos realizados pelo cilindro pneumático até o momento da fratura. Foi utilizada uma peça de mão comcontra-ângulo redutor de 16:1, acionado por motor elétrico na velocidade de 350 rpm e 2 Ncm de torque. O tempo foi registrado por meio do contador presente no dispositivo. Os valores foram transformados em segundos. Para análise estatística, empregou-se o teste de análise de variância (dois critérios) entre as amostras testadas e observou-se que não houve diferença estatisticamente significante em relação ao número de ) usos. Entretanto, o sistema K3 apresentou maior resistência à fadiga flexural em relação ao sistema Endosequence (p < 0,05)
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 30.10.2008
  • Online source access
    How to cite
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    • ABNT

      BRISIGHELLO, Luis Cesar; GAVINI, Giulio. Resistência à fadiga flexural dos sistemas rotatórios k3 e Endosequence em razão do uso. 2008.Universidade de São Paulo, São Paulo, 2008. Disponível em: < http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/23/23145/tde-20012009-102437/ >.
    • APA

      Brisighello, L. C., & Gavini, G. (2008). Resistência à fadiga flexural dos sistemas rotatórios k3 e Endosequence em razão do uso. Universidade de São Paulo, São Paulo. Recuperado de http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/23/23145/tde-20012009-102437/
    • NLM

      Brisighello LC, Gavini G. Resistência à fadiga flexural dos sistemas rotatórios k3 e Endosequence em razão do uso [Internet]. 2008 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/23/23145/tde-20012009-102437/
    • Vancouver

      Brisighello LC, Gavini G. Resistência à fadiga flexural dos sistemas rotatórios k3 e Endosequence em razão do uso [Internet]. 2008 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/23/23145/tde-20012009-102437/

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