Conhecimento e atitudes do médico pediatra e do cirurgião-dentista sobre a utilização dos fluoretos e suas implicações no risco de fluorose (2003)
- Authors:
- Autor USP: CARDOSO, TATIANA DA FONSECA - FOB
- Unidade: FOB
- Sigla do Departamento: BAO
- Subjects: PEDIATRAS; CIRURGIÕES-DENTISTAS; ATITUDES DO PESSOAL DE SAÚDE; FLUORETO; FLUOROSE DENTÁRIA
- Language: Português
- Abstract: O objetivo deste trabalho foi verificar o conhecimento e atitudes do médico pediatra e do cirurgião-dentista que atendiam crianças na idade de zero a sete anos sobre o uso de fluoretos e sua relação com o risco de fluorose, já que vários estudos tem relacionado o uso de suplementos fluoretados e a ingestão de dentifrícios fluoretados com o aumento dos casos de fluorose dentária. Para tanto, foram enviados questionários, um para os todos os cirurgiões-dentistas e outro para todos os médicos pediatras que atuavam na rede pública e particular das cidades de Arapongas, Apucarana, Cambé e Rolândia, situadas no norte do estado do Paraná. Nesta pesquisa foi utilizada uma amostra de 26 médicos pediatras e 154 cirurgiões-dentistas, sendo 18 especialistas em odontopediatria e 136 especialistas em outras áreas ou clínicos gerais. Pode-se observar que 77% dos médicos pediatras terminaram a residência a mais de 10 anos, 61% atuavam tanto em clínica particular quanto em rede pública e 73% nao tinham o hábito de prescrever suplementos fluoretados. Além disso, 46% destes, receberam informação sobre fluorose dentária em sua residência em pediatria e 88% tinham conhecimento de que o excesso de flúor pudesse causar fluorose. Por outro lado, com relação aos cirurgiões dentistas, 78% dos odontopediatras cram formados a mais de 10 anos, comparados com 40% dos nao odontopediatras. Todos os odontopediatras e 25% dos nao odontopediatras receberam aprendizado sobre fluorose durante suaformação. Porém, sob vários aspectos, nao foi verificada diferença entre as respostas dos odontopediatras (21 %) e dos não odontopediatras (22%) que indicavam o início do dentifrício fluoretado para crianças menores de um ano de idade e nem para os odontopediatras (44%) e os não odontopediatras (44%) que apontaram menores de seis anos como faixa etária já apta a receber aplicação topica de fluoretos concentrados no consultório
- Imprenta:
- Data da defesa: 28.03.2003
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ABNT
CARDOSO, Tatiana da Fonseca. Conhecimento e atitudes do médico pediatra e do cirurgião-dentista sobre a utilização dos fluoretos e suas implicações no risco de fluorose. 2003. Dissertação (Mestrado) – Universidade de São Paulo, Bauru, 2003. . Acesso em: 05 abr. 2026. -
APA
Cardoso, T. da F. (2003). Conhecimento e atitudes do médico pediatra e do cirurgião-dentista sobre a utilização dos fluoretos e suas implicações no risco de fluorose (Dissertação (Mestrado). Universidade de São Paulo, Bauru. -
NLM
Cardoso T da F. Conhecimento e atitudes do médico pediatra e do cirurgião-dentista sobre a utilização dos fluoretos e suas implicações no risco de fluorose. 2003 ;[citado 2026 abr. 05 ] -
Vancouver
Cardoso T da F. Conhecimento e atitudes do médico pediatra e do cirurgião-dentista sobre a utilização dos fluoretos e suas implicações no risco de fluorose. 2003 ;[citado 2026 abr. 05 ]
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