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Feições de meso e grande escalas da Corrente do Brasil ao largo do sudeste brasileiro (2006)

  • Authors:
  • Autor USP: MATTOS, RAFAEL AUGUSTO DE - IO
  • Unidade: IO
  • Sigla do Departamento: IOF
  • Subjects: CORRENTES MARINHAS; OCEANOGRAFIA FÍSICA
  • Language: Português
  • Abstract: A Corrente do Brasil (CB) é formada na bifurcação do ramo sul da Corrente Sul Equatorial e flui para sul, ao longo da margem continental brasileira, até se separar desta no encontro com a Corrente das Malvinas. Esta descrição da CB carece de detalhes quanto à rica dinâmica por esta apresentada no sudeste brasileiro. Meandros e vórtices configuram sua intensa atividade de meso-escala cujas evidências observacionais, reportadas na literatura, são fartas. No espectro dos movimentos de grande escala, alguns poucos trabalhos trazem evidências acerca da existência das células de recirculação da CB, as quais subdividem o padrão da circulação do giro subtropical do Atlântico Sul. Neste âmbito, objetivamos a descrição destas feições oceanográficas a partir de observações quase-sinóticas do campo de massa entre 22 'GRAUS'S and 28 'GRAUS'30'S. Estas observações são oriundas da Operação Oceano Sudeste I da Marinha do Brasil. Nossa investigação passa por conhecermos constou de descrever as feições presentes nos campos de função de corrente geostrófica, construídos a partir do Método Dinâmico clássico e uso de interpolação ótima. Em sua construção, se fez necessária a estimativa de um nível de referência para a qual buscamos coadunar conceitos recentes sobre formação de massas de água centrais e princípios da termodinâmica clássica oriunda dos Teoremas de Shtokman. O valor estabelecido foi de 560m. Os campos de função de corrente revelaram em todo domínio deestudo a assinatura de uma onda baroclínica de vorticidade associada à CB com comprimentos de aproximadamente 350-450 Km. A porção sul da célula de recirculação norte da CB, evidenciando a assinatura da Contra-corrente Subtropical do Atlântico Sul, também pôde ser observada. No intuito de melhor compreender a natureza dinâmica destas feições, aproximamos o oceano a um modo quase-geostrófico de 1 1/2-camadas derivado das observações, que foi dinamicamente calibrado. (continua) ) Os campos modelados de função de corrente, vorticidade relativa, vorticidade de estiramento, variação de vorticidade planetária e vorticidade potencial revelaram que a onda de vorticidade capturada é tipicamente de meso-escala, ocupando o centro do espectro entre ondas curtas e longas. Já a estrutura da célula de recirculação tem por característica realmente a identidade de uma feição tipicamente de grande escala. Da sobreposição dos campos de função de corrente e vorticidade potencial, concluímos que a onda de meso-escala provavelmente se propagava para sul-sudoeste ao passo que a célula da recirculação se mostrou basicamente quase-estacionária
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 27.10.2006

  • How to cite
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    • ABNT

      MATTOS, Rafael Augusto; SILVEIRA, Ilson Carlos Almeida da. Feições de meso e grande escalas da Corrente do Brasil ao largo do sudeste brasileiro. 2006.Universidade de São Paulo, São Paulo, BSP, 2006.
    • APA

      Mattos, R. A., & Silveira, I. C. A. da. (2006). Feições de meso e grande escalas da Corrente do Brasil ao largo do sudeste brasileiro. Universidade de São Paulo, São Paulo, BSP.
    • NLM

      Mattos RA, Silveira ICA da. Feições de meso e grande escalas da Corrente do Brasil ao largo do sudeste brasileiro. 2006 ;
    • Vancouver

      Mattos RA, Silveira ICA da. Feições de meso e grande escalas da Corrente do Brasil ao largo do sudeste brasileiro. 2006 ;

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