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Fundamentação eletromiográfica do método de pré-exaustão no treinamento de força (2007)

  • Authors:
  • Autor USP: LEITE, ALLAN BRENNECKE - EEFE
  • Unidade: EEFE
  • Sigla do Departamento: EFB
  • Subjects: ELETROMIOGRAFIA; BIOMECÂNICA; TREINAMENTO DE FORÇA
  • Language: Português
  • Abstract: Ao contrário da recomendação tradicional do treinamento de força, a proposta do método de pré-exaustão é iniciar a sessão de treino com exercícios monoarticulares e terminar com exercícios multiarticulares. O objetivo deste estudo foi, por meio da EMG, investigar parâmetros temporais e de intensidade da ativação dos músculos peitoral maior (PM), deltóide (DA) e tríceps branquial (TB) que possam fundamentar a aplicação do método de pré-exaustão em 10RM dos exercícios supino e crucifixo. Foram comparados dois protocolos experimentais: P1) método da pré-exaustão; P2) recomendações tradicionais. A intensidade de ativação baseada no valor RMS, bem como a relação desta com a duração da contração muscular, estabelecida em faixas de intensidade, não obteve diferenças estatisticamente significativas entre os protocolos na intensidade de ativação quando as repetições foram analisadas em conjunto. Entretanto, quando analisado cada repetição, este músculo apresentou aumento estatisticamente significativo de intensidade de ativação em P1, assim como maior solicitação da faixa de intensidade 80 a 100% CIVM. Para TB, a intensidade de ativação foi significativamente maior em P1 que em P2 para todas as formas de análise. Os resultados mostraram que o aparelho locomotor aumentou a dependência de TB como estratégia alternativa para tentar atingir 10RM do supino em P1. (Continua)(Continuação) Assim, é possível afirmar que o método pré-exaustão pode ser eficiente para impor maior estímulo neural sobre pequenos grupos acessórios na execução de um movimento e não sobre o grupo principal o qual se deseja. entretanto, estes achados suportam que os efeitos do método de pré-exaustão ainda não podem ser afirmados categoricamente. Pois, ao longo da série em P1 não houve aumento significativo na intensidade de ativação de um mesmo músculo, bem como das faixas de intensidade, como houve em P2. ) Desse modo, é possível afirmar que os músculos, em P1, iniciaram a série em um nível de intensidade mais alto que em P2, pois foram estimulados previamente
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 03.04.2007
  • Acesso à fonte
    How to cite
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    • ABNT

      LEITE, Allan Brennecke; SERRÃO, Júlio Cerca. Fundamentação eletromiográfica do método de pré-exaustão no treinamento de força. 2007.Universidade de São Paulo, São Paulo, 2007. Disponível em: < http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/39/39132/tde-16042010-110054/ >.
    • APA

      Leite, A. B., & Serrão, J. C. (2007). Fundamentação eletromiográfica do método de pré-exaustão no treinamento de força. Universidade de São Paulo, São Paulo. Recuperado de http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/39/39132/tde-16042010-110054/
    • NLM

      Leite AB, Serrão JC. Fundamentação eletromiográfica do método de pré-exaustão no treinamento de força [Internet]. 2007 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/39/39132/tde-16042010-110054/
    • Vancouver

      Leite AB, Serrão JC. Fundamentação eletromiográfica do método de pré-exaustão no treinamento de força [Internet]. 2007 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/39/39132/tde-16042010-110054/

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