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Caracterização ecofisiológica de espécies nativas da mata atlântica sob dois níveis de estresse induzidos pelo manejo florestal em área de restauração florestal no Estado de São Paulo (2007)

  • Authors:
  • Autor USP: SERVIN, CLÁUDIA MARIA IANNELLI - ESALQ
  • Unidade: ESALQ
  • Sigla do Departamento: LCF
  • Subjects: ECOFISIOLOGIA; MANEJO FLORESTAL; PLANTAS NATIVAS; REFLORESTAMENTO; MATA ATLÂNTICA
  • Language: Português
  • Abstract: Com o objetivo de estudar o desenvolvimento de espécies florestais nativas em área de restauração florestal e sob diferentes condições de estresse, foi avaliado o desempenho e respostas de 20 espécies florestais nativas crescidas sob duas diferentes condições de manejo, que resultam em maior (manejo usual) e menor nível de estresse (manejo máximo, com maiores doses de fertilizantes e sempre livre de matocompetição). As parcelas foram selecionadas em experimento instalado na Estação Experimental de Anhembi, da USP (latitude 22º47´ S e longitude 48º09´ W), implantado em área de pastagem degradada em março de 2004, e avaliado aos 2,5 anos. As parcelas experimentais selecionadas estavam no espaçamento de 3 m x 2 m, possuindo 1270 m² de área total e 792 m² de área útil, com 132 plantas mensuráveis, com quatro repetições. As variáveis de crescimento estudadas foram: altura, diâmetro a 30 cm do solo, volume e área foliar específica) e as fisiológicas foram: fotossíntese, clorofila a, clorofila b, clorofila total, proteínas totais solúveis, teores foliares de macronutrientes. Mediram-se todas as plantas para as variáveis dendrométricas e três plantas médias, para as análises fisiológicas. Os resultados foram analisados como um fatorial 2x2, sendo os fatores grupo sucessional (pioneiras e não pioneiras) e manejo (usual e máximo). As espécies pioneiras apresentaram maiores valores de crescimento e sobrevivência que as espécies não pioneiras,independentemente do manejo utilizado. Os volumes das espécies pioneiras foram 27 maiores que as não pioneiras sob manejo usual e de 5 vezes maiores sob manejo máximo. O manejo silvicultural máximo, que propicia menor estresse ambiental, apresentou maiores valores de crescimento e sobrevivência que o manejo usual, com maior estresse ambiental, independentemente do grupo sucessional. O volume do manejo máximo foi de 4,6 vezes maior que no manejo usual para as pioneiras e de 25,5 ) vezes maior para as não pioneiras. As espécies pioneiras apresentaram maiores atividades fotossintéticas (fotossíntese, clorofila a e proteínas solúveis totais) que as espécies não pioneiras, independentemente do manejo utilizado. As taxas de fotossíntese das espécies pioneiras foram 52% maiores que as não pioneiras sob manejo usual e de 40% maiores sob manejo máximo. O manejo silvicultural máximo apresentou maiores valores das variáveis fisiológicas do que o manejo usual, independentemente do grupo sucessional. A taxa de fotossíntese do manejo máximo foi 18% maior que o manejo usual para as pioneiras e de 30% maior para as não pioneiras. As não pioneiras apresentaram, em média, maior flexibilidade que as espécies pioneiras, apesar de não significativo, dada a alta variabilidade da flexibilidade das espécies dentro dos grupos. Com base nos resultados, e para fins de orientação na escolha das espécies para plantio de acordo com as práticas silviculturais a serem utilizadas (com maiorou menor aliviação dos 8 estresses), propôs-se que as espécies nativas sejam agrupadas em 4 classes, de acordo com o seu ritmo de crescimento e nível de flexibilidade volumétrica
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 19.04.2007
  • Acesso à fonte
    How to cite
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    • ABNT

      IANNELLI-SERVIN, Cláudia Maria; STAPE, José Luiz. Caracterização ecofisiológica de espécies nativas da mata atlântica sob dois níveis de estresse induzidos pelo manejo florestal em área de restauração florestal no Estado de São Paulo. 2007.Universidade de São Paulo, Piracicaba, 2007. Disponível em: < http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/11/11150/tde-05092007-140157/ >.
    • APA

      Iannelli-Servin, C. M., & Stape, J. L. (2007). Caracterização ecofisiológica de espécies nativas da mata atlântica sob dois níveis de estresse induzidos pelo manejo florestal em área de restauração florestal no Estado de São Paulo. Universidade de São Paulo, Piracicaba. Recuperado de http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/11/11150/tde-05092007-140157/
    • NLM

      Iannelli-Servin CM, Stape JL. Caracterização ecofisiológica de espécies nativas da mata atlântica sob dois níveis de estresse induzidos pelo manejo florestal em área de restauração florestal no Estado de São Paulo [Internet]. 2007 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/11/11150/tde-05092007-140157/
    • Vancouver

      Iannelli-Servin CM, Stape JL. Caracterização ecofisiológica de espécies nativas da mata atlântica sob dois níveis de estresse induzidos pelo manejo florestal em área de restauração florestal no Estado de São Paulo [Internet]. 2007 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/11/11150/tde-05092007-140157/


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