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Controle microbiano de Brevipalpus phoenicis (Geijskes, 1939) com Hirsutella thompsonii Fisher (2007)

  • Authors:
  • USP affiliated authors: ROSSI, LUCIANA SAVOI - ESALQ
  • Unidades: ESALQ
  • Sigla do Departamento: LET
  • Subjects: ÁCAROS PARASITOS DE PLANTAS; CONTROLE BIOLÓGICO; FUNGOS ENTOMOPATOGÊNICOS; LEPROSE; VETORES DE DOENÇAS DE PLANTAS
  • Language: Português
  • Abstract: Avaliou-se o efeito de Hirsutella thompsonii ao ácaro da leprose dos citros (Brevipalpus phoenicis). Em laboratório, adultos foram mantidos em arenas sobre folhas de citros em placas contendo ágar-água solidificado. Foram avaliadas a patogenicidade e virulência do fungo ao ácaro, bem como sua persistência e compatibilidade com acaricidas. No campo, os ácaros foram confinados em arenas sobre frutos de laranja pré-infestados com adultos, sendo estes mantidos em plantas de citros. O isolado Esalq-1269 de H. thompsonii foi inoculado em populações do ácaro provenientes de diversas regiões do Estado de São Paulo. Para se verificar o efeito combinado da temperatura e umidade relativa do ar, o patógeno foi aplicado e os ácaros mantidos em condições controladas. A eficiência de Esalq-1269 foi comparada com isolados do banco de patógenos do Cenargen/Embrapa, os quais foram identificados. Além destes testes, determinou-se o efeito de Esalq-1269 em ovos de B. phoenicis. As avaliações da virulência e persistência foram realizadas a partir do patógeno produzido em meio de cultura completo e sólido (MC-S); meio completo e líquido (MC-L); arroz pré-cozido (APC) e arroz pré-cozido seco e moído (APC-SM). Nos bioensaios com os acaricidas, determinou-se a compatibilidade com agrotóxicos registrados para B. phoenicis phoenicis em citros. O efeito de sub-concentrações de H. thompsonii e de Propargite (Omite 720 SC) foram avaliadas, isoladamente e em mistura, para o ácaro.Em todos os bioensaios, as suspensões contendo propágulos do fungo foram preparadas em diferentes concentrações e após a pulverização avaliou-se a mortalidade durante quatro dias. No experimento de campo o patógeno foi aplicado em diferentes concentrações. O primeiro experimento constou da testemunha e H. thompsonii produzida em APC (6kg/ha). O segundo experimento constou: testemunha, H. thompsonii produzida em APC ) (20kg/ha e 10kg/ha) e H. thompsonii produzida em MC-L (5L/ha). As avaliações foram realizadas após 10 e 20 dias das aplicações, verificando a sobrevivência de adultos e o número de ovos e ninfas. Esalq-1269 foi patogênico a adultos de B. phoenicis provenientes de todas as regiões do Estado avaliadas, porém com diferenças quanto suscetibilidade. Todos os isolados testados foram patogênicos a B. phoenicis, sendo Esalq-1269 o mais virulento. Nos testes de temperatura x umidade, observou-se que Esalq-1269 apresentou alta atividade a 30 graus C, independentemente da umidade relativa. Porém, baixas temperaturas prejudicaram o desenvolvimento da doença. O patógeno não apresentou efeito em ovos do ácaro. Nos testes de virulência, a menor CL25 obtida foi para o fungo produzido em MC-S (1,9x105con/mL), já as CL25 para o patógeno produzido em APC e APCSM foram semelhantes. O fungo produzido em MC-L foi o que apresentou maior persistência em relação aos demais, sendo capaz de causar mortalidade devido ao efeito indireto. Quanto àtoxicidade, a exceção de Dicofol e Cihexatina, todos os acaricidas foram compatíveis com o fungo. Observou-se efeito sinérgico entre a mistura patógeno x propargite, com alta mortalidade de B. phoenicis em sub-concentrações. Em campo, houve diferenças dos tratamentos com o fungo em relação à testemunha, havendo redução no número de adultos e de ovos
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 29.03.2007
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    • ABNT

      ROSSI-ZALAF, Luciana Savoi; ALVES, Sergio Batista. Controle microbiano de Brevipalpus phoenicis (Geijskes, 1939) com Hirsutella thompsonii Fisher. 2007.Universidade de São Paulo, Piracicaba, 2007. Disponível em: < http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/11/11146/tde-10052007-151758/ >.
    • APA

      Rossi-Zalaf, L. S., & Alves, S. B. (2007). Controle microbiano de Brevipalpus phoenicis (Geijskes, 1939) com Hirsutella thompsonii Fisher. Universidade de São Paulo, Piracicaba. Recuperado de http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/11/11146/tde-10052007-151758/
    • NLM

      Rossi-Zalaf LS, Alves SB. Controle microbiano de Brevipalpus phoenicis (Geijskes, 1939) com Hirsutella thompsonii Fisher [Internet]. 2007 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/11/11146/tde-10052007-151758/
    • Vancouver

      Rossi-Zalaf LS, Alves SB. Controle microbiano de Brevipalpus phoenicis (Geijskes, 1939) com Hirsutella thompsonii Fisher [Internet]. 2007 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/11/11146/tde-10052007-151758/

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