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Efeitos agudos do magnésio na função respiratória de pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica (2007)

  • Authors:
  • Autor USP: AMARAL, ANGÉLICA FLORÍPEDES DO - FMRP
  • Unidade: FMRP
  • Sigla do Departamento: RCM
  • Subjects: MAGNÉSIO; DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA; CAPACIDADE PULMONAR
  • Language: Português
  • Abstract: endovenoso de ‘Mg’ esteve associado a quedas significantes da CRF (480 ml), pH (0,01), ‘Pa’’O IND. 2’ (2,0 mm’Hg’), ‘FC IND. 10min-pré’ (11,6bpm) e da ‘PAM IND. 10min - pré’ (9,9 mm’Hg’). O uso de ‘Mg’ também levou a aumentos significantes da ‘CI’ (200ml), PIM (10,0cm’H IND. 2’’O’), PEM (10,7 cm’H IND. 2’’O’), ‘Pa’’C’’O IND. 2’(2,3 mm’Hg’), ‘FC IND. 45 -10 min’ (9,2bpm), e da ‘PAM IND. 45 - 10 min’ (6,1 mm’Hg’). Não houve diferença significante nas (continua) (continução) demais comparações. Os resultados obtidos indicam que pacientes com DPOC em fase estável apresentam níveis plasmáticos de ‘Mg’ semelhantes aos indivíduos sadios de mesmo sexo e idade, e que a administração endovenosa de 2 g de ‘Mg’ cursa com redução do grau de hiperinsuflação estática pulmonar, aumento das pressões respiratórias máximas, e alterações gasométricas sugestivas de hipoventilação alveolarO magnésio (‘Mg’) possui efeitos farmacológicos potencialmente úteis na DPOC, tais como, broncodilatação, vasodilatação periférica e influência na contratilidade muscular. O presente estudo teve como objetivo avaliar os efeitos agudos do uso de ‘Mg’ em bolus, sobre parâmetros funcionais respiratórios de pacientes com DPOC em fase estável. Foram estudados 22 pacientes do sexo masculino (idade: 64,1 ± 6,0 anos; CVF:91,6 ± 27,1%; ‘VEF IND. 1’:49,2 ± 20,0%, ‘VEF IND. 1’/CVF:41,8 ± 10,8%). Eles foram submetidos inicialmente a uma avaliação clínica e à dosagem de ‘Mg’ plasmático. Compareceram ainda ao laboratório mais duas ocasiões com intervalo médio de 2,3 dias. Em ambas as ocasiões foram realizadas espirometrias e medidas da pressão expiratória (PEM) e inspiratória (PIM) máximas. Em seguida, de maneira cruzada e duplo-cega, receberam 2 gr de sulfato de ‘Mg’ a 20% ou soro fisiológico, por via endovenosa, durante 15 minutos. Amostras sangüíneas para gasometria arterial e dosagem de ‘Mg’ plasmático foram obtidas meia hora após o término da infusão, quando também foram repetidas as medidas de função pulmonar. Os sinais vitais foram medidos pré-infusão, 10 minutos e 45 minutos após o início da infusão. Os níveis plasmáticos basais de ‘Mg’ dos pacientes foram comparados com dados de grupo controle saudável pareado por sexo e idade. O grupo DPOC (1,65 ± 0,24 mEq/l) e o grupo controle (1,75 ± 0,26 mEq/l) apresentaram concentrações médias de ‘Mg’ plasmático próximas. O uso
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 01.03.2007

  • How to cite
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    • ABNT

      AMARAL, Angélica Florípedes do; MARTINEZ, José Antônio Baddini. Efeitos agudos do magnésio na função respiratória de pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica. 2007.Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, 2007.
    • APA

      Amaral, A. F. do, & Martinez, J. A. B. (2007). Efeitos agudos do magnésio na função respiratória de pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica. Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto.
    • NLM

      Amaral AF do, Martinez JAB. Efeitos agudos do magnésio na função respiratória de pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica. 2007 ;
    • Vancouver

      Amaral AF do, Martinez JAB. Efeitos agudos do magnésio na função respiratória de pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica. 2007 ;


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