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Influência do remanescente coronário em dentes despolpados restaurados com pino de fibra de carbono e coroa metálica submetidos à carga cíclica e resistência à fratura (2005)

  • Authors:
  • Autor USP: OLIVEIRA, JONAS ALVES DE - FOB
  • Unidade: FOB
  • Sigla do Departamento: BAP
  • Subjects: DENTE; POLPA DENTÁRIA; PINOS DENTÁRIOS; CARBONO; COROAS DENTÁRIAS; RESISTÊNCIA; FRATURAS DOS DENTES
  • Language: Português
  • Abstract: Avaliou-se qual a relevância do remanescente coronário na resistência à fratura após carga cíclica em dentes tratados endodonticamente e restaurados com pino de fibra de carbono, núcleo de preenchimento de resina composta e coroa total metálica. Selecionou-se 60 dentes caninos superiores com dimensões semelhantes, sendo realizado o tratamento endodôntico. Os dentes foram colocados em matrizes de resina acrílica autopolimerizável e preparados de forma padronizada, estando sempre acondicionados em soro fisiológico à temperatura ambiente. Os dentes foram divididos em seis grupos de 10 espécimes: Grupo I (controle)- sem remanescente coronário com núcleo fundido em liga de cobre-alumínio; Grupo II- sem remanescente com pino de fibra de carbono; Grupo III- 1,0 mm de remanescente com pino de fibra de carbono; Grupo IV- 2,0 mm de remanescente com pino de fibra de carbono; Grupo V- 3,0 mm de remanescente com pino de fibra de carbono; Grupo VI (controle positivo)- 6,0 mm de remanescente sem pino. Todos os grupos receberam coroas metálicas fundidas em níquel-cromo. Os pinos de fibra de carbono, núcleos fundidos e coroas metálicas foram cimentados com cimento resinoso dual. Os espécimes foram levados à máquina de cíclagem dinâmica para realização de 250.000 ciclos com carga 30 N e freqüência de 2,0 Hz, aplicada à superfície palatina da coroa em um ângulo de 135°. Nenhum espécime sofreu falha por fadiga, assim todos foram levados a Máquina de Ensaios Universal para oteste de resistência à fratura em ângulo de 135º e velocidade de 0,5 mm/min. Os valores de resistência à fratura foram: Grupo I- 104,37 Kgf; Grupo II- 102,88 Kgf; Grupo III- 131,89 Kgf; Grupo IV- 131,55 Kgf; Grupo V- 128,10 Kgf; e Grupo VI- 161,44 Kgf. A análise dos resultados foi feita com o teste de Análise de Variância (ANOVA) a um critério e do teste de Tukey (p<0,05). O Grupo I e II, sem remanescente, foram estatisticamente iguais e inferiores ao Grupo VI. Os Grupos III, IV, V e VI, com remanescente, não apresentaram diferença estatística. As amostras com reparo favorável foram: Grupo I -100%; Grupo II- 80%; Grupo III- 50%; Grupo IV- 40%; Grupo V- 40 %; Grupo VI- 50%. A presença de remanescente coronário aumentou a resistência à fratura, e para dentes sem remanescente, o núcleo fundido e o pino de fibra de carbono foram semelhantes
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 28.03.2005

  • How to cite
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    • ABNT

      OLIVEIRA, Jonas Alves de; VALLE, Accácio Lins do. Influência do remanescente coronário em dentes despolpados restaurados com pino de fibra de carbono e coroa metálica submetidos à carga cíclica e resistência à fratura. 2005.Universidade de São Paulo, Bauru, 2005.
    • APA

      Oliveira, J. A. de, & Valle, A. L. do. (2005). Influência do remanescente coronário em dentes despolpados restaurados com pino de fibra de carbono e coroa metálica submetidos à carga cíclica e resistência à fratura. Universidade de São Paulo, Bauru.
    • NLM

      Oliveira JA de, Valle AL do. Influência do remanescente coronário em dentes despolpados restaurados com pino de fibra de carbono e coroa metálica submetidos à carga cíclica e resistência à fratura. 2005 ;
    • Vancouver

      Oliveira JA de, Valle AL do. Influência do remanescente coronário em dentes despolpados restaurados com pino de fibra de carbono e coroa metálica submetidos à carga cíclica e resistência à fratura. 2005 ;

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