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Discriminações simples e complexasem ratos: efeitos da desnutrição protéica e da estimulação (2007)

  • Authors:
  • USP affiliated author: FELICIANO, ELIMAR ADRIANA DE OLIVEIRA - FFCLRP
  • School: FFCLRP
  • Sigla do Departamento: 594
  • Subjects: RATOS; DEFICIÊNCIA DE PROTEÍNA; ESTIMULAÇÃO; PSICOBIOLOGIA
  • Language: Português
  • Abstract: Uma deficiência nutricional no início da vida resulta em alterações morfológicas, bioquímicas e comportamentais. As conseqüências da desnutrição para o comportamento podem ser alteradas pelas condições ambientais. O objetivo do experimento I foi analisar os efeitos da desnutrição em procedimentos de discriminações simples e do experimento 2 os efeitos da desnutrição e da estimulação (handling e auditiva) em discriminações simples e complexas. Em ambos os experimentos, as dietas de 16% (Controles - C) ou 6% de proteína (Desnutridos - D) foram oferecidas aos ratos do nascimento até 35 dias de idade. Dos 35 dias de idade até o final dos experimentos foram oferecidas dietas comerciais. Antes dos 85 dias de idade, os pesos corporais dos ratos foram reduzidos em 15% da média dos pesos com dieta e água à vontade. No experimento 1, ratos controles e desnutridos foram aleatoriamente designados para os estímulos discriminativos ('S POT. DS') luz ou som. As pressões à barra foram reforçadas com água durante a apresentação dos estímulos luz ou som e não reforçadas na ausência destes estímulos ('S POT. delta'). Após a média do índice de discriminação (ID) das 6 últimas sessões da discriminação de cada sujeito atingir 80% foi iniciada a reversão da discriminação. Na reversão, as respostas passaram a ser reforçadas na ausência de luz ou som. Houve efeito do ID no fator sessão, tanto na discriminação quanto na reversão para controles e desnutridos. Não houve efeito de dietaou de estímulo. Nas primeiras sessões da reversão, todos os grupos mostraram diferenças nas taxas de respostas, tanto em 'S POT. D' como em 'S POT. delta' quando comparadas com as 6 últimas sessões da discriminação. No experimento 2, alguns filhotes foram estimulados do nascimento até 35 dias de idade. Foi utilizado o mesmo critério de redução de peso do experimento 1. No experimento 2, foram utilizadas 2 caixas com uma barra na parede frontal e com 3 ) túneis para a apresentação dos estímulos: sons (constantes ou interrompidos) e figuras (triângulos e linhas). Foi realizada a modelagem da resposta de colocação do focinho nos túneis (nose poken) e da pressão à barra. As tentativas durante o treino da discriminação foram iniciadas pelas respostas de pressão à barra que produziram a apresentação dos estímulos linha e triângulo em qualquer um dos 3 túneis, sendo que um dos túneis ficava sem estímulo. As respostas de nose poken no túnel com o 'S POT. D' linha foram reforçadas com água e as respostas no túnel com o triângulo ou sem estímulo ('S POT. delta') não foram reforçadas. O treino foi prolongado até que o desempenho atingisse 80% de acertos quando foi iniciada a reversão da discriminação. Na reversão, as respostas de nose poken foram reforçadas no túnel com o triângulo e não foram reforçadas nos túneis com linha e sem estímulo. Após a obtenção do mesmo critério de acertos da discriminação foi iniciado o treino da discriminação condicional. Na condicional, após aresposta de pressão à barra, os estímulos Som Constante ou Interrompido foram apresentados no túnel central e os estímulos linha e triângulo foram apresentados acima de qualquer um dos túneis, sendo que um dos túneis ficava sem estímulo. Durante a apresentação do estímulo condicional Som Constante, as respostas de nose poken foram reforçadas no túnel com a linha e as demais respostas não foram reforçadas. Durante a apresentação do estímulo condicional Som Interrompido as respostas de nose poken foram reforçadas no túnel com o triângulo e as demais respostas não foram reforçadas. Houve efeito de dieta na discriminação, sendo necessárias mais sessões para os desnutridos atingirem o critério em comparação com os controles. Na reversão da discriminação, os desnutridos não estimulados apresentaram um pior desempenho em comparação com os demais grupos. Não houve aquisição na ) discriminação condicional, mostrando que são necessários outros procedimentos para avaliar processos mais complexos de aprendizagem
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 02.02.2007
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    • ABNT

      FELICIANO, Elimar Adriana de Oliveira; OLIVEIRA, Luiz Marcellino de. Discriminações simples e complexasem ratos: efeitos da desnutrição protéica e da estimulação. 2007.Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, 2007. Disponível em: < http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/59/59134/tde-13022007-161056/ >.
    • APA

      Feliciano, E. A. de O., & Oliveira, L. M. de. (2007). Discriminações simples e complexasem ratos: efeitos da desnutrição protéica e da estimulação. Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto. Recuperado de http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/59/59134/tde-13022007-161056/
    • NLM

      Feliciano EA de O, Oliveira LM de. Discriminações simples e complexasem ratos: efeitos da desnutrição protéica e da estimulação [Internet]. 2007 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/59/59134/tde-13022007-161056/
    • Vancouver

      Feliciano EA de O, Oliveira LM de. Discriminações simples e complexasem ratos: efeitos da desnutrição protéica e da estimulação [Internet]. 2007 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/59/59134/tde-13022007-161056/


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