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Morfologia de serpentes aquáticas neotropicais: um estudo comparativo (2005)

  • Authors:
  • Autor USP: SCARTOZZONI, RODRIGO ROVERI - IB
  • Unidade: IB
  • Sigla do Departamento: BIE
  • Subjects: SERPENTES; MORFOLOGIA ANIMAL
  • Language: Português
  • Abstract: O tipo de ambinete utilizado influencia formtemente a evolução da morfologia em vertebrados. Este estudo verifica a relação ente a morfologia e o uso do ambinete aquàtico em 37 espécies de serpentes neotropicais pertencentes ás subfamílias Boinae,Elapinae, Xenodontinae. A variação da forma relativa do corpo, dentro de cada subfamília, foi verificada por análise de componetes principais(ACP). Diferenças no tamanho e forma do corpo foram testadas,desntro de cada subfamília, por análise de variância e covariância. as informações de uso do ambiente, bem como as variáveis de tamanho e forma relativa do corpo foram otimizadas em hipóteses filogenéticas das subfamílias e as relações entre elas analisadas por meio de contrastes independentes. Serpentes aquáticas das diferentes linhagens tenderam a possuir os olhos e as narinas posicionadas na região dorso-anterior da cabeça.Também apresentaram redação na largura da escama ventral e são espécies mais rovustas em ralação a serpentes que utilizam outros ambientes. Serpentes semi-aquáticas do gênero Hydrodynastes e algumas espécies aquáticas do gênero Liophis não apresentaram tais modificações, provavelmente devido as restrições filogenéticas. Entre os Xenodontinae, depois de eliminado o efeito da filogenia sobre as variáveis, correlações positivas e significativas foram enontradas entre o uso do ambiente e a forma do corpo. Reconstruções dos estados ancestrais indicam que os ancestrais hipotéticos das serpentesanalisadas eram terrícolas (Boinae e Xenodontinae)ou fossóreos (Elapinae) e não apresentaram as modificações associadas ao hábito aquático. O compimento do corpo e o tamanho da cabeça não parecem estar relacionados ao uso do ambiente aquático, mas sim a outros fatores ecológicos (e.g., alimentação). O comprimento da cauda e o diâmetro do olho parecem estar relacionados ano uso de outros ambientes (e.g., arborícola ou fossóreo) ou a táticas defensivas, como no caso do comprimento da cauda. Nas espécies estudadas de Xenodontinae, o hábito aquático não parece ter levado a modificações na fecundidade e espaço ocupado pela ninhada na cavidade abdominal das fêmeas diferentemente do observado para outras serpentes
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 22.12.2005

  • How to cite
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    • ABNT

      SACARTOZZONI, Rodrigo Roveri; MARTINS, Marcio Roberto Costa. Morfologia de serpentes aquáticas neotropicais: um estudo comparativo. 2005.Universidade de São Paulo, São Paulo, 2005.
    • APA

      Sacartozzoni, R. R., & Martins, M. R. C. (2005). Morfologia de serpentes aquáticas neotropicais: um estudo comparativo. Universidade de São Paulo, São Paulo.
    • NLM

      Sacartozzoni RR, Martins MRC. Morfologia de serpentes aquáticas neotropicais: um estudo comparativo. 2005 ;
    • Vancouver

      Sacartozzoni RR, Martins MRC. Morfologia de serpentes aquáticas neotropicais: um estudo comparativo. 2005 ;


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