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Pteridófitas terrestres e rupícolas do Forte dos Andradas, Guarujá, São Paulo, Brasil (2005)

  • Authors:
  • Autor USP: BOLDRIN, ALEXANDRA HELENA LISBOA - IB
  • Unidade: IB
  • Sigla do Departamento: BIB
  • Subjects: PTERIDOPHYTA; BOTÂNICA (CLASSIFICAÇÃO)
  • Language: Português
  • Abstract: O Forte dos Andradas situa-se no Município de Guarujá, Estado de São Paulo, à entrada da Baía de santos, no extremo sul da Ilha de Santo Amaro. Sua área abrange aproximadamente 2.103.419'm POT.2'. A cobertura vegetal é conistituída de remanescentes de Mata Atlântica de encosta. Estudos florísticos envolvendo estas matas são escassos, e o presente trabalho é uma contribuição ao conhecimento da pteridoflora dessas áreas, que estão inseridas no centro de duversidade e endemismo brasileiros. Foram realizadas 17 expedições de coleta, totalizando 272 amostras. Foram encontradas 17 famílias, 33 gêneros, 68 espécies e 6 variedades. Das espécies de ocorrência no Neotrópico, 36 spp. (53%) possuem ampla distribuição para a América Larina, 12 spp. (17%) para a América do Sul e 15 spp. (22%) são endêmicas do Brasil. Das espécies brasileiras, quatro (27%) são amplamente distribuídas no território nacional, três (20%) apenas na costa leste e oito (53%) estão restritas às rgiões Sul/Sudeste. Pteridaceae e Polypodiaceae são as famílias mais representativas (10 spp. cada), seguidas de Thelypteridaceae (6 spp.), Cyatheaceae e Hymenophyllaceae (5 spp. cada). Os gêneros com maior número de espécies são Cyathea, Trichomanes e Thelypteris (5 spp. cada), seguidos de Blechnum, Campyloneurum e Pteris (4 spp. cada). A maioria das espécies (54%) é predominantemente terrestre e cerca de 13% são exclusivamente rupícolas. Porém, 19% podem apresentar os dois hábitos. Cerca de 75%das espécies ocorrem apenas nas margens das estradas, trilhas e bordas de matas. Algumas espécies crescem também no interior das matas (cerca de 22%) e somente 3% crescem exclusivamente no interior. Rumohra adiantiformis foi a única espécie encontrada nos costões rochosos, suportando a amplitude de marés e o embate direto das ondas, não sendo, entretanto, exclusiva destes ambientes. Microgrmma crispata constitui um novo registro para o litroal do Estado de São Paulo. O Morro do Pinto é o remanescente em melhor estado de conservação na área do Forte, mas a maioria das espécies de pteridófitas cresce no Morro do Monduba, e tem preferåencia por áreas com maior indicência de luz. O estudo mostrou que a área é bastante interessante do ponto de vista florístico, uma vez que está bem preservada, conta com espécies endåemicas da Mata Atlâtica e também outras de ampla distribuição na região neotropical. também são apresentados neste trabalho chave para identificação das famílias, gêneros, espécies e variedades, com como descrições, distribuição, comentários de todos os táxons encontrados e ilustrações de algumas espécies
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 13.09.2005

  • How to cite
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    • ABNT

      BOLDRIN, Alexandra Helena Lisboa. Pteridófitas terrestres e rupícolas do Forte dos Andradas, Guarujá, São Paulo, Brasil. 2005. Dissertação (Mestrado) – Universidade de São Paulo, São Paulo, 2005. . Acesso em: 28 jan. 2026.
    • APA

      Boldrin, A. H. L. (2005). Pteridófitas terrestres e rupícolas do Forte dos Andradas, Guarujá, São Paulo, Brasil (Dissertação (Mestrado). Universidade de São Paulo, São Paulo.
    • NLM

      Boldrin AHL. Pteridófitas terrestres e rupícolas do Forte dos Andradas, Guarujá, São Paulo, Brasil. 2005 ;[citado 2026 jan. 28 ]
    • Vancouver

      Boldrin AHL. Pteridófitas terrestres e rupícolas do Forte dos Andradas, Guarujá, São Paulo, Brasil. 2005 ;[citado 2026 jan. 28 ]

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