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Distribuição de aflatoxinas em milho, do florescimento à colheita, inoculados com Aspergillus flavus toxigênico (2005)

  • Authors:
  • Autor USP: CASTRO, ROSIMAR DOS SANTOS - ICB
  • Unidade: ICB
  • Sigla do Departamento: BMM
  • Subjects: MICROBIOLOGIA; AFLATOXINAS; ASPERGILLUS; FUSARIUM (INTERACAO)
  • Language: Português
  • Abstract: O presente trabalho teve como objetivo geral avaliar a ocorrência de aflatoxinas em milho, em condições de campo, contaminado artificialmente com Aspergillus flavus. Para este fim, a área de plantio foi dividida em 3 tratamentos, com cinco repetições cada: tratamento 1 - espigas embaladas e inoculadas com suspensão de esporos de cepa toxigênica de A. flavus; tratamento 2- espigas embaladas e inoculadas com solução tampão fosfato (PBS) esterilizada; tratamento 3 - espigas não inoculadas, nem embaladas. As espigas foram coletadas para análise, antes e após a contaminação, deste os primeiros 15 dias até 75 dias de contaminação. No tratamento 1, a análise microbiológica do milho, cuja atividade de água variou de 0,68 e 0,90, revelou maior freqüência de Aspergillus flavus (34,5%) e de Fusarium verticillioides (20,7%). No tratamento 2, os valores de atividade de água, nas 6 coletas, oscilaram entre 0,68 e 0,99, predominando a contaminação de Fusarium verticillioides sobre a de A. flavus. No tratamento 3, A. flavus foi detectado em baixa freqüência (0,05%) e os níveis de atividade de água variaram de 0,68 a 0,98. No solo, o gênero Penicillium e a espécie Aspergillus terreus foram os que contaminaram o maior número de amostras. A análise dos fungos do ar revelou maior incidência dos fungos chamados de "dominantes universais", destacando-se os gêneros Fusarium e Aspergillus como os mais freqüentes. Das amostras de grãos de milho analisadas, apenas 1 apresentoucontaminação por aflatoxinas B1 na concentração de 29,7µg/kg. ) Das amostras analisadas, 38 (42,2%) apresentaram contaminação por fumonisina B1 (FB1), em níveis variando de 59,49 µg/kg a 1340,28 µg/kg, e 4 amostras (4,4%) por fumonisina B2 (FB2), em níveis variando de 55,26 a 168,48 µg/kg. O resultado da análise estatística revelou, nos T1 e T2, correlação negativa significativa (p < 0,05) entre a presença de A. flavus, a umidade relativa do ar e a precipitação pluviométrica. Do mesmo modo, a análise estatística revelou nos T2 e T3, correlação linear negativa (p< 0,05) entre a umidade relativa do ar e a presença de F. verticillioides. Podemos constatar, ainda, no tratamento 2, correlação linear significativa negativa (p < 0,05) de A. flavus isolados do ar e das amostras de milho e, no tratamento 3,correlação positiva (p < 0,10). Em relação as fumonisinas, constatou-se no tratamento 2, correlação significativa negativa (p < 0,05) entre FB2 e a precipitação pluviométrica
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 06.07.2005

  • How to cite
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    • ABNT

      CASTRO, Rosimar dos Santos; CORREA, Benedito. Distribuição de aflatoxinas em milho, do florescimento à colheita, inoculados com Aspergillus flavus toxigênico. 2005.Universidade de São Paulo, São Paulo, 2005.
    • APA

      Castro, R. dos S., & Correa, B. (2005). Distribuição de aflatoxinas em milho, do florescimento à colheita, inoculados com Aspergillus flavus toxigênico. Universidade de São Paulo, São Paulo.
    • NLM

      Castro R dos S, Correa B. Distribuição de aflatoxinas em milho, do florescimento à colheita, inoculados com Aspergillus flavus toxigênico. 2005 ;
    • Vancouver

      Castro R dos S, Correa B. Distribuição de aflatoxinas em milho, do florescimento à colheita, inoculados com Aspergillus flavus toxigênico. 2005 ;

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