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Tratamento de defeitos de furca classe II com o uso de enxerto de coágulo e retalho deslocado coronariamente: estudo em cães (2004)

  • Authors:
  • Autor USP: YORIOKA, CHRISTIANE WATANABE - FO
  • Unidade: FO
  • Sigla do Departamento: ODE
  • Subjects: REPARAÇÃO PERIODONTAL; DEFEITOS DA FURCA; ENXERTO ÓSSEO
  • Language: Português
  • Abstract: A terapia reconstrutiva de defeitos de furca sempre foi alvo de grande interesse dentro da terapia periodontal. Os resultados propiciados pelas técnicas até hoje, demonstram preenchimentos parciais das lesões e ainda não são previsíveis. O objetivo deste trabalho foi estudar o potencial de reparação de defeitos periodontais de furca classe II em cães, com enxerto de coágulo de alvéolos em reparação. Foram utilizados 4 cães s. r. d., num esquema de boca dividida. Cinco dias antes do tratamento, foram removidos os segundos e terceiros pré-molares superiores para se obter tecido reparativo a ser transplantado para os defeitos criados. Após estes cinco dias, foram criados defeitos de furca classe II, padronizados, nos segundos, terceiros e quartos pré-molares inferiores, bilateralmente. Imediatamente, estes foram tratados com raspagem e retalho deslocado coronariamente (controle - C) ou com raspagem, enxerto de coágulo e retalho deslocado coronariamente (teste - T). Os cães foram sacrificados 45 dias após a criação e o tratamento dos defeitos. Foram realizadas análises histomorfométricas de cada dente para as variáveis: profundidade do defeito, formação de tecido conjuntivo, novo cemento, novo osso e epitélio juncional. As porcentagens médias de reparação dos defeitos (n=4), após o tratamento, foram: Tecido conjuntivo - 79,46% (C) e 69,19% (T); Novo cemento - 55,04% (C) e 47,41% (T); Novo Osso - 52,14% (C) e 49,04% (T) e Epitélio Juncional - 20,24% (C) e 30,89% (T).Após a análise estatística, tanto por animal (n=4) como por dente (n=11), não houve diferença estatisticamente significante entre os dois grupos (controle e teste), em nenhuma das variáveis estudadas. Podemos concluir que o uso do enxerto de tecido ósseo neoformado em alvéolos em reparação de 5 dias não foi capaz de acelerar a reparação dos defeitos de furca quando comparados ao tratamento de raspagem mais retalho deslocado coronariamente
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 11.08.2004

  • How to cite
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    • ABNT

      YORIOKA, Christiane Watanabe; PUSTIGLIONI, Francisco Emilio. Tratamento de defeitos de furca classe II com o uso de enxerto de coágulo e retalho deslocado coronariamente: estudo em cães. 2004.Universidade de São Paulo, São Paulo, 2004.
    • APA

      Yorioka, C. W., & Pustiglioni, F. E. (2004). Tratamento de defeitos de furca classe II com o uso de enxerto de coágulo e retalho deslocado coronariamente: estudo em cães. Universidade de São Paulo, São Paulo.
    • NLM

      Yorioka CW, Pustiglioni FE. Tratamento de defeitos de furca classe II com o uso de enxerto de coágulo e retalho deslocado coronariamente: estudo em cães. 2004 ;
    • Vancouver

      Yorioka CW, Pustiglioni FE. Tratamento de defeitos de furca classe II com o uso de enxerto de coágulo e retalho deslocado coronariamente: estudo em cães. 2004 ;

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