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Estudo de viabilidade técnica da utilização de coberturas monolíticas em aterros sanitários no Estado de São Paulo (2004)

  • Authors:
  • Autor USP: OLIVEIRA FILHO, JOSÉ JOÃO PIRES DE - EP
  • Unidade: EP
  • Sigla do Departamento: PEF
  • Assunto: ATERROS SANITÁRIOS
  • Language: Português
  • Abstract: O presente trabalho analisa a possibilidade de implantação de monocoberturas em aterros sanitários no Estado de São Paulo, através de simulação com modelo matemático que considera o estado não saturado do solo e a climatologia local. Foram escolhidos três locais, Ilha Solteira, Campinas e São Paulo; pela Classificação Internacional de Koeppen, Ilha Solteira localiza-se em região de clima Aw, e as duas outras cidades, em regiões de clima Cwa. Os solos locais de Campinas e Ilha Solteira selecionados para o estudo foram, respectivamente, uma argila laterítica e um solo arenoso fino laterítico; para São Paulo, investigaram-se dois solos, uma argila laterítica de Guaianazes e um solo saprolítico siltoso de migmatito do Campo Experimental da USP. Para a argila laterítica de Campinas, foram pesquisadas quatro condições de compactação, correspondentes a desvios de umidade de -4%, -2%, 0% e +2%; para o solo arenoso fino de Ilha Solteira, -2% e 0%; para o solo siltoso do Campo Experimental da USP, 0% e +3,5%, e para a argila laterítica de Guaianazes, apenas o teor de umidade ótimo. As curvas de retenção de água foram obtidas pelo método do papel filtro e ajustadas para o modelo de Van Genuchten por exigência do modelo computacional Visual Hydrus; foram também realizados ajustes adicionais para o método de Fredlund & Xing. Nas simulações utilizaram-se dados reais de precipitação e evaporação ao longo de um ano, resultantes de uma série histórica de dez anos.Foram simuladas monocoberturas de 1m e 4m de espessura em Campinas e Ilha Solteira, e de 1m em São Paulo. O índice de eficiência adotado foi o preconizado pela USEPA que consiste em volume percolado pela base da monocobertura acumulado em um ano menor ou igual a 30mm por área unitária. ) Os resultados mostraram que, para Campinas e Ilha Solteira, uma monocobertura de 1m de espessura compactada no ponto ótimo ou no ramo úmido tem eficiência semelhante à de uma barreira resistiva; porém, se compactada no ramo seco, a monocobertura não é viável segundo o critério adotado. Em São Paulo, monocoberturas construídas com os solos compactados na umidade ótima não devem ser aplicadas; porém, dependendo da interceptação da precipitação por vegetação plantada na superfície, podem se tornar viáveis
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 29.09.2004

  • How to cite
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    • ABNT

      OLIVEIRA FILHO, José João Pires de; BOSCOV, Maria Eugênia Gimenez. Estudo de viabilidade técnica da utilização de coberturas monolíticas em aterros sanitários no Estado de São Paulo. 2004.Universidade de São Paulo, São Paulo, 2004.
    • APA

      Oliveira Filho, J. J. P. de, & Boscov, M. E. G. (2004). Estudo de viabilidade técnica da utilização de coberturas monolíticas em aterros sanitários no Estado de São Paulo. Universidade de São Paulo, São Paulo.
    • NLM

      Oliveira Filho JJP de, Boscov MEG. Estudo de viabilidade técnica da utilização de coberturas monolíticas em aterros sanitários no Estado de São Paulo. 2004 ;
    • Vancouver

      Oliveira Filho JJP de, Boscov MEG. Estudo de viabilidade técnica da utilização de coberturas monolíticas em aterros sanitários no Estado de São Paulo. 2004 ;

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