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Efeitos da desnervação intrínseca do cólon na formação de focos de criptas aberrantes e na proliferação celular epitelial da mucosa em ratos tratados pela dimetilhidrazina (2004)

  • Authors:
  • Autor USP: CHICOTE, SERGIO RENATO MACEDO - FMRP
  • Unidade: FMRP
  • Sigla do Departamento: RPA
  • Subjects: NEOPLASIAS COLORRETAIS; PATOLOGIA (EXPERIMENTAÇÃO)
  • Language: Português
  • Abstract: O câncer de cólon é a segunda causa de óbitos por neoplasias malignas nos EUA e Europa. Essa forma de câncer pode ser reproduzida em modelos experimentais, utilizando o cancerígeno dimetilhidrazina (DMH), que possui alto grau de especificidade para o cólon de roedores. Os Focos de Criptas Aberrantes (FCAs) representam lesões pré-neoplásicas e são encontrados na mucosa do cólon humano, mais freqüentemente em pacientes portadores de polipose familial do cólon, e em cólons de animais de experimentação tratados com DMH. A marcação imunoistoquímica do antígeno nuclear de proliferação celular (PCNA) é utilizada para estudos de lesões pré-neoplásicas do cólon pelo aumento da proliferação celular na mucosa colônica. Sabendo-se que a associação entre câncer de cólon e megacólon é muito rara, o objetivo deste trabalho foi de verificar a incidência de FCAs e a proliferação celular pelo método do PCNA no cólon de ratos tratados com DMH e com megacólon induzido pelo cloreto de benzalcônio (CB - 0,3%). A desnervação do cólon experimental foi realizada por laparotomia aplicando solução tópica de cloreto de benzalcônio a 3%. Foram utilizados 30 ratos, divididos em 3 grupos: DC (DMH em ratos normais); DCB,(DMH, em ratos com megacólon) e C (ratos normais - controle). Após sacrifício dos animais foi realizado um "screening" da mucosa do cólon com quantificação dos FCAs e contagem das células das criptas marcadas pelo método imunoistoquímico para PC NA. Nos grupos DC e DCBhouve aparecimento de FCAs na mucosa colônica, com menor freqüência neste último grupo (3,47 ± 1,52; 1,37 ± 1,46, respectivamente, z = 2,3434, P < 0,0096 - teste estatístico Mann Whitney). Observou-se que a proliferação celular epitelial da mucosa, identificada pela marcação do PCNA, foi maior no grupo DC em relação aos demais e no grupo DCB em relação ao C (índice de células marcadas positivamente (ICMP) = 0,1205 ± 0,0286 no grupo DCB; ICMP = 0,2162 ± ... 0,0160 no grupo DC e ICMP = 0,0731 ± 0,0215 no grupo C; X² = 845,11 e p < 0,0001. teste estatístico Qui quadrado). Estes resultados sugerem que o megacólon apresenta proteção contra o desenvolvimento do câncer de cólon e que esta proteção ocorre ainda nas etapas precoces da transformação neoplásica da mucosa colônica
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 04.03.2004

  • How to cite
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    • ABNT

      CHICOTE, Sérgio Renato Macedo; GARCIA, Sérgio Britto. Efeitos da desnervação intrínseca do cólon na formação de focos de criptas aberrantes e na proliferação celular epitelial da mucosa em ratos tratados pela dimetilhidrazina. 2004.Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, 2004.
    • APA

      Chicote, S. R. M., & Garcia, S. B. (2004). Efeitos da desnervação intrínseca do cólon na formação de focos de criptas aberrantes e na proliferação celular epitelial da mucosa em ratos tratados pela dimetilhidrazina. Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto.
    • NLM

      Chicote SRM, Garcia SB. Efeitos da desnervação intrínseca do cólon na formação de focos de criptas aberrantes e na proliferação celular epitelial da mucosa em ratos tratados pela dimetilhidrazina. 2004 ;
    • Vancouver

      Chicote SRM, Garcia SB. Efeitos da desnervação intrínseca do cólon na formação de focos de criptas aberrantes e na proliferação celular epitelial da mucosa em ratos tratados pela dimetilhidrazina. 2004 ;

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