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Neurocisticercose: diagnóstico, tratamento e prevenção (2003)

  • Autor:
  • Autor USP: TAKAYANAGUI, OSVALDO MASSAITI - FMRP
  • Unidade: FMRP
  • Sigla do Departamento: RNP
  • Subjects: CISTICERCOSE; DOENÇAS INFECCIOSAS; NEUROLOGIA; MEDICINA PREVENTIVA
  • Language: Português
  • Abstract: controverso. As descrições de desaparecimento espontâneo dei cisticercos intraparenquimatosos com evolução benigna, de riscos de complicações e de ausência de benefícios clínicos a longo prazo reforçaram o intenso debate sobre a validade e segurança do tratamento medicamentoso. As possíveis explicações do insucesso terapêutico são alta variabilidade inter-individual da concentração plasmática de albendazole sulfóxido e a complexa interação de vários ... medicamentos com o metabólito ativo do albendazol. Adicionalmente, o albendazol sulfóxido é uma mistura enantiomérica de (+)-albendazol sulfóxido e (-)-albendazol sulfóxido, com acúmulo do enantiômero (+) no líquido cefalorraquiano. Contudo, a questão sobre qual desses enantiômeros possui propriedade parasiticida permanece ainda sem resposta. Embora o advento dos medicamentos parasiticidas tenha representado um enorme avanço, os riscos e a falibilidade do tratamento reforçam a idéia de que a verdadeira solução dessa grave doença reside primariamente nas medidas de prevenção da infecçãoCisticercose, infecção causada pela forma larvária da Taenia solium, é a doença parasitária mais freqüente do sistema nervoso humano e constitui grave problema de saúde pública na maioria dos países em desenvolvimento. Em Ribeirão Preto, SP, o coeficiente de prevalência baseado na notificação compulsória é de 71,8 casos/100.000 habitantes. As manifestações clínicas da neurocisticercose são pleomórficas, dependendo do número, tipo morfológico, tamanho, localização e estágio evolutivo dos cisticercos, assim como do grau de resposta imunológica do hospedeiro. As manifestações clínicas mais freqüentes são: crises epilépticas, síndrome de hipertensão intracraniana e meningite. O diagnóstico é fundamentado nos exames de neuroimagem, líquido cefalorraquiano e detecção de anticorpos no soro. O tratamento da neurocisticercose teve um grande avanço nas últimas duas décadas com o advento de drogas parasiticidas: albendazol e praziquantel. Atualmente, o albendazol é considerado medicamento de escolha no tratamento da neurocisticercose e está indicado nos pacientes sintomáticos apresentando múltiplos cistos viáveis no interior do parênquima cerebral. O albendazol pode ser também indicado na cisticercose extraparenquimatosa, especialmente na forma racemosa no espaço subaracnóide, em que a remoção cirúrgica completa dos cistos é habitualmente inviável. Entretanto, após um longo período durante o qual o tratamento farmacológico foi amplamente aceito, passou a, ser um tema
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 05.11.2003

  • How to cite
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    • ABNT

      TAKAYANAGUI, Osvaldo Massaiti. Neurocisticercose: diagnóstico, tratamento e prevenção. 2003.Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, 2003.
    • APA

      Takayanagui, O. M. (2003). Neurocisticercose: diagnóstico, tratamento e prevenção. Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto.
    • NLM

      Takayanagui OM. Neurocisticercose: diagnóstico, tratamento e prevenção. 2003 ;
    • Vancouver

      Takayanagui OM. Neurocisticercose: diagnóstico, tratamento e prevenção. 2003 ;


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