Estudo longitudinal cefalométrico e de modelos para avaliação da recidiva da sobressaliência em pacientes com ângulo anb maior ou igual a 4º ao final do tratamento ortodôntico (2003)
- Authors:
- Autor USP: LUNARDI, DANIELE BALESTRA - FOB
- Unidade: FOB
- Sigla do Departamento: BAO
- Subjects: CEFALOMETRIA; RECIDIVA; TRATAMENTO ORTODÔNTICO
- Language: Português
- Abstract: Nos pacientes que apresentam discrepância anteroposterior entre as bases apicais (exibindo um ângulo ANB desfavorável), para que se estabeleça uma relação interarcos normal, realiza-se durante o tratamento ortodôntico ajustes compensatórios nas inclinações vestibulolinguais dos incisivos. No entanto, os resultados alcançados durante o tratamento ortodôntico ativo podem ser comprometidos se estas compensações dentárias não forem preservadas a longo prazo. Dentro deste contexto, propôs-se avaliar as alterações na sobressaliência em pacientes que foram tratados ortodonticamente com extrações de quatro primeiros pré-molares e que finalizaram o tratamento ortodôntico com o ângulo ANB maior ou igual a 4º. A amostra foi composta por 27 pacientes, leucodermas, com a idade média inicial de 13 anos e 6 meses, de ambos os gêneros, que apresentavam inicialmente má oclusão Classe I de Angle (14 pacientes) ou Classe II (13 pacientes). Os casos foram tratados com a técnica Edgewise. As telerradiografias e os modelos de gesso foram obtidos em três fases: no início (T1), no final (T2) e cinco anos após o término do tratamento ortodôntico (T3). Os resultados permitiram concluir que a sobressaliência apresentou redução (61%) estatisticamente significante durante a fase ativa do tratamento ortodôntico (T2-T1) e sofreu recidiva no período pós-tratamento (T3-T2). No entanto, esta recidiva (18%) não se apresentou estatisticamente significante. A Classe II apresentou maiorrecidiva da sobressaliência que a Classe I, todavia, a diferença entre ambas não foi estatisticamente significante. A correção da sobressaliência apresentou correlação positiva e acentuada com a quantidade de recidiva, indicando que quanto maior a correção da sobressaliência durante o tratamento ortodôntico, maior a recidiva. ) Os resultados também apontaram que os fatores dentários correlacionados com a recidiva da sobressaliência foram: 1.PP (T1), 1.NB (T1), IMPA (T1), 1.1 (T2). Para os fatores esqueléticos, nenhuma variável apresentou correlação estatisticamente significante com a recidiva da sobressaliência
- Imprenta:
- Data da defesa: 23.01.2003
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ABNT
LUNARDI, Daniele Balestra. Estudo longitudinal cefalométrico e de modelos para avaliação da recidiva da sobressaliência em pacientes com ângulo anb maior ou igual a 4º ao final do tratamento ortodôntico. 2003. Dissertação (Mestrado) – Universidade de São Paulo, Bauru, 2003. . Acesso em: 06 fev. 2026. -
APA
Lunardi, D. B. (2003). Estudo longitudinal cefalométrico e de modelos para avaliação da recidiva da sobressaliência em pacientes com ângulo anb maior ou igual a 4º ao final do tratamento ortodôntico (Dissertação (Mestrado). Universidade de São Paulo, Bauru. -
NLM
Lunardi DB. Estudo longitudinal cefalométrico e de modelos para avaliação da recidiva da sobressaliência em pacientes com ângulo anb maior ou igual a 4º ao final do tratamento ortodôntico. 2003 ;[citado 2026 fev. 06 ] -
Vancouver
Lunardi DB. Estudo longitudinal cefalométrico e de modelos para avaliação da recidiva da sobressaliência em pacientes com ângulo anb maior ou igual a 4º ao final do tratamento ortodôntico. 2003 ;[citado 2026 fev. 06 ]
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