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Exposição ocupacional à sílica no Brasil: tendência temporal, 1985 a 2001 (2004)

  • Authors:
  • Autor USP: RIBEIRO, FATIMA SUELI NETO - FSP
  • Unidade: FSP
  • Sigla do Departamento: HEP
  • DOI: 10.11606/T.6.2004.tde-11012021-132308
  • Assunto: EPIDEMIOLOGIA
  • Language: Português
  • Abstract: Destacando-se a construçäo civil, que apresentou tendência crescente da prevalência de exposiçäo em ambos os sexos, com incremento particularmente significativo na força de trabalho feminino. Ao contrário, os setores de extraçäo mineral, metalurgia e indústria da borracha apresentaram reduçäo da prevalência. Conclusões. A MEO desenvolvida neste trabalho apresentou boa concordância e alta especificidade. Como tendência geral, considerando-se todos os setores, houve reduçäo do número e trabalhadores na categoria provavelmente expostos a tendência foi crescente em todas as regiões. (AU)Objetivo. Analisar a exposiçäo ocupacional à sílica no Brasil entre 1985 e 2001 por meio de matriz de exposiçäo ocupacional (MEO). Métodos. Especialistas estimaram a exposiçäo à sílica em quatro categorias segundo a freqüência na jornada semanal de trabalho: näo expostos (NE), exposições abaixo de 1 por cento; possivelmente expostos (PsE), entre 1 e 5 por cento; provavelmente expostos (PrE), entre5 e 30 por cento; e definitivamente expostos (DE), exposições acima de 30 por cento da jornada semanal. A MEO, construída a partir da intersecçäo de 347 grupos ocupacionais e 25 setores econômicos, foi validada e, posteriormente, superposta ao número de trabalhadores descrito na base de dados Relatório Anual de Informações Sociais no período de 1985 a 2001. Para cada ano foi calculada a prevalência da exposiçäo por sexo, setor econômico e regiäo geográfica. A tendência da série histórica foi analisada por regressäo linear simples. Resultados. A validaçäo da MEO apresentou concordância geral acima de 64 por cento, com Kappa variando de bom a regular, exceto para indústria têxtil, e especificidade acima de 85 por cento. Em média, 14,4 por cento dos trabalhadores ocupados estavam expostos a algum nível de sílica na jornada de trabalho. Na categoria DE os homens apresentaram prevalência média de 9,1 por cento com tendência á estabilidade e as mulheres 0,6 por cento com tendência à reduçäo. Os trabalhadores DE concentraram-se em sete setores econômicos.
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 05.03.2004
  • Acesso à fonteDOI
    Informações sobre o DOI: 10.11606/T.6.2004.tde-11012021-132308 (Fonte: oaDOI API)
    • Este periódico é de acesso aberto
    • Este artigo é de acesso aberto
    • URL de acesso aberto
    • Cor do Acesso Aberto: gold
    • Licença: cc-by-nc-sa

    How to cite
    A citação é gerada automaticamente e pode não estar totalmente de acordo com as normas

    • ABNT

      RIBEIRO, Fátima Sueli Neto; WÜNSCH FILHO, Victor. Exposição ocupacional à sílica no Brasil: tendência temporal, 1985 a 2001. 2004.Universidade de São Paulo, São Paulo, 2004. Disponível em: < https://doi.org/10.11606/T.6.2004.tde-11012021-132308 > DOI: 10.11606/T.6.2004.tde-11012021-132308.
    • APA

      Ribeiro, F. S. N., & Wünsch Filho, V. (2004). Exposição ocupacional à sílica no Brasil: tendência temporal, 1985 a 2001. Universidade de São Paulo, São Paulo. Recuperado de https://doi.org/10.11606/T.6.2004.tde-11012021-132308
    • NLM

      Ribeiro FSN, Wünsch Filho V. Exposição ocupacional à sílica no Brasil: tendência temporal, 1985 a 2001 [Internet]. 2004 ;Available from: https://doi.org/10.11606/T.6.2004.tde-11012021-132308
    • Vancouver

      Ribeiro FSN, Wünsch Filho V. Exposição ocupacional à sílica no Brasil: tendência temporal, 1985 a 2001 [Internet]. 2004 ;Available from: https://doi.org/10.11606/T.6.2004.tde-11012021-132308

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