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Diferenciação do Trypanosoma cruzi em Células de Mamífero I. Papel da L-prolina II. Expressão de proteínas (2003)

  • Authors:
  • Autor USP: TONELLI, RENATA ROSITO - IQ
  • Unidade: IQ
  • Sigla do Departamento: QBQ
  • Subjects: TRYPANOSOMA CRUZI (ESTUDO IN VITRO); PROTEÍNAS (ESTUDO); BIOLOGIA CELULAR
  • Language: Português
  • Abstract: Capítulo 1 A transformação (metaciclogênese) das formas proliferativas epimastigotas do Trypanosoma cruzi em formas não proliferativas e infectivas tripomastigotas metacíclicos - é um passo crucial que ocorre naturalmente no trato digestivo do inseto vetor reduviídeo. Este processo pode ser reproduzido in vitro em condições químicas definidas quando o meio de diferenciação TAU é suplementado com L-prolina e L-glutamato. Está bem estabelecido que prolina é uma fonte importante de energia e de carbono nos tripanossomatídeos, mas são poucas as evidências de sua participação na diferenciação intracelular do parasita no hospedeiro vertebrado. Este fato nos levou a desenvolver um modelo experimental para verificar se havia uma relação entre concentração de prolina e eclosão de formas tripomastigotas. Culturas mantidas sem L-prolina produziram consistentemente menos formas tripomastigotas quando comparadas a culturas mantidas em L-prolina, 20 - 200 ,'MICRO MOL'. A atividade de transporte de L-prolina foi 15 vezes e 23 vezes maior nos epimastigotas intracelulares em relação a amastigotas e tripomastigotas, respectivamente. A concentração de prolina medida nos epimastigotas intracelulares (0,73 'Mais ou Menos' 0,01 'MILI MOL') é bem menor que a de amastigotas (6,61 'Mais ou Menos' 0,01'MILI MOL') e tripomastigotas (2,74 'Mais ou Menos' 0,02 'MICRO MOL'). Todos os estágios, no entanto, apresentaram concentração de prolina bem maior do que as células hospedeiras, na ordem de 0,27'Mais ou Menos': 0,03'MILIMOL'. A análise do efeito de prolina sobre os diferentes estágios intracelulares mostrou a importância desse aminoácido na transformação de espimastigotas intracalulares tripômastigotas. Capítulo 2 A diferenciação das formas ínfecciosas tripomastigotas do Trypanosoma cruzi a fornas amastigotas não-infectivas e replicativas ocorre normalmente no citoplasma de células infectadas. Um estudo sobre o envolvimento de ) proteínas fosfatase do tipo 1 e 2A na diferenciação extracelular a 37'Graus'C e 33'Graus'C de tripomastigotas a formas amastigotas foi realizado, utilizando-se o clone CL-14 de T. cruzi. Demonstrou-se que Caliculina A (um inibidor de proteínas fosfatase 1 e 2A) desencadeia a transformação de tripomastigotas a amastigotas em pH neutro, através da passagem por formas intermediárias flageladas semelhantes aos epimastigotas. O tratamento de tripomastigotas com duas concentrações de Caliculina A (1'NANO MOL e 5 'NANO MOL') resultou, após 6 horas de incubação, em mais de 50'POR CENTO' de fornas epimastigota-símiles. Após 8 horas de tratamento, todos os tripomastigotas estavam diferenciados a formas amastigotas ou epimastigota símiles. Tripomastigotas metacíclicos do clone CL-14 submetidos ao mesmo tratamento com Caliculina A não apresentaram alterações morfológicos dentro do período de incubação de 8 horas. Capítulo 3 fatores ambientais, como a temperatura, e a presença ou ausência de metabólitos tais como a L-prolinainfluenciam a diferenciação intracelular do Tripanosoma cruzí do clone CL-14. Estes fatos, juntamente com a ausência de dados na literatura sobre o perfil proteico de epimastigotas intracelulares levou-nos a estudar o perfil de expressão de proteínas durante a transformação de epimatigotas intracelulares a tripomastigotas em culturas celulares mantidas a 37'GRAUS CELSUS' (temperatura restritiva), comparando-as com aquelas cuja manutenção foi feita a 33'GRAUS CELSUS' (temperatura pemissiva). Também foram comparados os perfis proteicos quando os parasitas foram obtidos de culturas celulares mantidas na ausência ou presença de diferentes concentrações de L-prolina. Para tanto, foram feitas preparações de frações enriquecidas em membranas e frações citossólicas dos diferentes estágios do parasita para posterior resolução por eletroforese bidimensional. Através desta análise foi possível ) identificar polipeptídeos comuns entre os diferentes estágios bem como polipeptídeos específicos de cada estágio de desenvolvimento.
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 01.10.2003
  • Acesso à fonte
    How to cite
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    • ABNT

      TONELLI, Renata Rosito; ALVES, Maria Júlia Manso. Diferenciação do Trypanosoma cruzi em Células de Mamífero I. Papel da L-prolina II. Expressão de proteínas. 2003.Universidade de São Paulo, São Paulo, 2003. Disponível em: < http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/46/46131/tde-23042018-123215/pt-br.php >.
    • APA

      Tonelli, R. R., & Alves, M. J. M. (2003). Diferenciação do Trypanosoma cruzi em Células de Mamífero I. Papel da L-prolina II. Expressão de proteínas. Universidade de São Paulo, São Paulo. Recuperado de http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/46/46131/tde-23042018-123215/pt-br.php
    • NLM

      Tonelli RR, Alves MJM. Diferenciação do Trypanosoma cruzi em Células de Mamífero I. Papel da L-prolina II. Expressão de proteínas [Internet]. 2003 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/46/46131/tde-23042018-123215/pt-br.php
    • Vancouver

      Tonelli RR, Alves MJM. Diferenciação do Trypanosoma cruzi em Células de Mamífero I. Papel da L-prolina II. Expressão de proteínas [Internet]. 2003 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/46/46131/tde-23042018-123215/pt-br.php

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