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Estudo da força aplicada e do respectivo estiramento em músculos retos mediais em pacientes esotrópicos com e sem restrição de movimento (2002)

  • Authors:
  • Autor USP: KRIEGER, FERNANDA TEIXEIRA DA SILVA - FMRP
  • Unidade: FMRP
  • Sigla do Departamento: ROO
  • Subjects: TRANSTORNOS DA VISÃO; OFTALMOPATIAS
  • Language: Português
  • Abstract: O presente estudo teve por objetivo avaliar criticamente as diferentes formas de expressar as relações estiramento-força dos músculos retos mediais em pacientes esotrópicos com e sem restrição muscular. Vinte e nove curvas de estiramento muscular-força passiva em pacientes sem restrição (grupo I, n=13) e com restrição muscular (grupo II, n=10) foram obtidas utilizando-se um paquímetro manual e um dinamômetro digital. No grupo I a idade média foi de 15 anos e dois meses (três anos e dez meses a 35 anos e dois meses), a média da esotropia foi de 51,0 'delta' ( 20,0 a 95,0 'delta'), enquanto que no grupo II a idade média foi de 35 anos (quatro anos e oito meses a 70 anos e seis meses) e a média da esotropia foi de 60,5 'delta' (20,0 a 95,0 'delta' ). À comparação, os parâmetros estruturais musculares entre grupo I e II foram: comprimento do reto medial (38,69 ± 0,75 vs. 32,48 ± 1,84 mm, p<0,05); largura (8,68 ± 0,79 vs. 7,95 ± 0,68 mm); espessura (0,67:1: 0,07 vs. 0,71 ± 0,14 mm) e área (5,83 ± 0,72 mm2 vs. 5,62 ± 1,23 mm2). Conforme outros trabalhos, as relações de estiramento-força, normalizadas ou não, apresentaram caráter exponencial. A constante c, que representa a força quando o estiramento é zero, não apresentou diferença entre os dois grupos, enquanto que a constante b, que representa a inclinação da curva, apresentou diferença entre os dois grupos (p<0,05) somente para as curvas estiramento absoluto-força e estiramento absoluto-tensão. Emconjunto, os resultados sugerem que a constante b melhor representa as diferenças no comportamento muscular dos músculos retos mediais de pacientes esotrópicos com e sem restrição muscular. Além disto, a normalização pelo comprimento mostrou que o componente contrátil é semelhante entre os dois grupos e, portanto, a forma clássica que utiliza a relação sem normalização é apropriada para correlação com os achados clínicos
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 05.11.2002

  • How to cite
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    • ABNT

      KRIEGER, Fernanda Teixeira da Silva. Estudo da força aplicada e do respectivo estiramento em músculos retos mediais em pacientes esotrópicos com e sem restrição de movimento. 2002. Tese (Doutorado) – Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, 2002. . Acesso em: 17 fev. 2026.
    • APA

      Krieger, F. T. da S. (2002). Estudo da força aplicada e do respectivo estiramento em músculos retos mediais em pacientes esotrópicos com e sem restrição de movimento (Tese (Doutorado). Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto.
    • NLM

      Krieger FT da S. Estudo da força aplicada e do respectivo estiramento em músculos retos mediais em pacientes esotrópicos com e sem restrição de movimento. 2002 ;[citado 2026 fev. 17 ]
    • Vancouver

      Krieger FT da S. Estudo da força aplicada e do respectivo estiramento em músculos retos mediais em pacientes esotrópicos com e sem restrição de movimento. 2002 ;[citado 2026 fev. 17 ]


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