O estilo que ninguém segura: mano é mano! boy é boy! boy é mano? Mano é mano? Reflexão crítica sobre os processos de sociabilidade entre o público juvenil na cidade de São Paulo na identificação com a musicalidade do Rap^Nacional (2002)
- Authors:
- Autor USP: SANTOS, ROSANA APARECIDA MARTINS - ECA
- Unidade: ECA
- Sigla do Departamento: CCA
- Subjects: INDÚSTRIA CULTURAL; COMUNICAÇÃO DE MASSA (ASPECTOS POLÍTICOS); MOVIMENTOS SOCIAIS; RAP; HIP HOP
- Language: Português
- Abstract: Em tempos atuais o processo de globalização vem fornecendo novas configurações identitárias levando como modelo de análise na interpretação das relações entre o global/local. Partindo deste pressuposto, o objetivo desse projeto situa-se em abordar a construção do rap produzido no Brasil enquanto projeto artístico de resistência ao sistema hierárquico de poder e prestígio, como componente musical integrado no fluxo global de produtos, idéias, estilos, ou seja, enquanto linguagem cultural e consumível. Trata-se precisamente de estudar a disseminação do Rap Nacional (seu impacto social, no papel da política lírica de um discurso politizado em torno da interação social e da organização do cotidiano) enquanto meio de produção cultural, objeto de consumo imerso no contexto da cultura hip-hop. Diante disso, fica proposto para a presente pesquisa reconstruir o sistema de significações simbólicas que a mensagem produz, caracterizando pela capacidade de reflexão crítica à ordem social, articulada pelos jovens consumidores desse gênero artístico musical; na cidade de São Paulo, que são denominados por "manos" e por "boys", tentando apanhar a singularidade que há por trás desse processo. O presente trabalho ajuda a estabelecer pontos de apoio para a renovação tanto das questões sociais numa reavaliação da visão conformista e atomizada, idéias correntes quando o assunto é juventude brasileira
- Imprenta:
- Data da defesa: 30.09.2002
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ABNT
SANTOS, Rosana Aparecida Martins. O estilo que ninguém segura: mano é mano! boy é boy! boy é mano? Mano é mano? Reflexão crítica sobre os processos de sociabilidade entre o público juvenil na cidade de São Paulo na identificação com a musicalidade do Rap^Nacional. 2002. Dissertação (Mestrado) – Universidade de São Paulo, São Paulo, 2002. . Acesso em: 25 abr. 2025. -
APA
Santos, R. A. M. (2002). O estilo que ninguém segura: mano é mano! boy é boy! boy é mano? Mano é mano? Reflexão crítica sobre os processos de sociabilidade entre o público juvenil na cidade de São Paulo na identificação com a musicalidade do Rap^Nacional (Dissertação (Mestrado). Universidade de São Paulo, São Paulo. -
NLM
Santos RAM. O estilo que ninguém segura: mano é mano! boy é boy! boy é mano? Mano é mano? Reflexão crítica sobre os processos de sociabilidade entre o público juvenil na cidade de São Paulo na identificação com a musicalidade do Rap^Nacional. 2002 ;[citado 2025 abr. 25 ] -
Vancouver
Santos RAM. O estilo que ninguém segura: mano é mano! boy é boy! boy é mano? Mano é mano? Reflexão crítica sobre os processos de sociabilidade entre o público juvenil na cidade de São Paulo na identificação com a musicalidade do Rap^Nacional. 2002 ;[citado 2025 abr. 25 ]
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