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Polimorfismo da apolipoproteína E e da enzima de conversão da Angiotensina em índios xakriabás (2002)

  • Authors:
  • Autor USP: HENRIQUES, JOSÉ HUMBERTO DA SILVA - FMRP
  • Unidade: FMRP
  • Sigla do Departamento: RCM
  • Subjects: ÍNDIOS; GENÉTICA (ESTUDO)
  • Language: Português
  • Abstract: Foram estudados 170 índios da tribo Xakriabá, habitantes de região situada ao norte de Minas Gerais, junto à divisa com o estado da Bahia. A colheita de material foi conduzida durante o mês de agosto de 1999. A idade variou de 15 a 83 anos (média=33,4 anos), para o sexo feminino e de 15 a 84 anos para o sexo masculino (média=35 anos). Os níveis plasmáticos de colesterol total (147,lmg/dl) triglicérides (85,2mg/dl), HDLc (62.lmg/dl) e LDLc (65.9mg/dl) foram determinados por métodos enzimáticos (Roche Diagnostic Systems). O DNA genômico foi extraído dos leucócitos de sangue total periférico coletado com EDTA. A metodologia da PCR foi utilizada para amplificação dos segmentos desejados. Não há diferença estatisticamente significativa quanto a distribuição dos alelos E2 (0,05), E3 (0,72) e E4 (0,22), quando comparados a algumas populações estudadas. Todavia, houve diferença em relação a outras, principalmente ameríndios, devido ao aparecimento do alelo E2, que está ausente em estudos prévios em tais populações. Da mesma maneira, quando se consideram os fenótipos apo E, há diferença significativa entre algumas amostras estudadas, mas não entre outras. Os genótipos apo E, bem como os seus fenótipos não influenciaram os níveis de lípides plasmáticos. Quando a amostra foi estratificada por sexo, tal influência também não foi verificada. A freqüência dos genótipos ECA-I/D (D/D=0,295; I/D=0,453; I/I=0,288) está de acordo com aquelas encontradas naliteratura, mas é discordante de outra (Strasbourg). Os genótipos ECA-ID não influenciaram os níveis de pressão arterial sistêmica, tanto sistólica (127,5mm/Hg), quanto diastólica (82,OmmHg). Essa influência não é verificada nem no sexo masculino (PAS=127,OmmHg; PAD=83,4), tampouco no sexo feminino (PAS=128,0; PAD=80,6mmHg). Quando se considera o genótipo I/I, há diferença estatisticamente significativa (171,7 mg/dl; p=0,012) entre os níveis ) de colesterol total encontrados na amostra, comparados àqueles encontrados nos genótipos D/D (159,5mg/dl) e I/D (147,6mg/dl). Há tendência a maiores níveis de colesterol no genótipo I/I. Todos os resultados encontrados no estudo, todavia, sugerem uma forte interação gênica e ambiental para explicá-los
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 05.02.2002

  • How to cite
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    • ABNT

      HENRIQUES, José Humberto S.; SANTOS, José Ernesto dos. Polimorfismo da apolipoproteína E e da enzima de conversão da Angiotensina em índios xakriabás. 2002.Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, 2002.
    • APA

      Henriques, J. H. S., & Santos, J. E. dos. (2002). Polimorfismo da apolipoproteína E e da enzima de conversão da Angiotensina em índios xakriabás. Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto.
    • NLM

      Henriques JHS, Santos JE dos. Polimorfismo da apolipoproteína E e da enzima de conversão da Angiotensina em índios xakriabás. 2002 ;
    • Vancouver

      Henriques JHS, Santos JE dos. Polimorfismo da apolipoproteína E e da enzima de conversão da Angiotensina em índios xakriabás. 2002 ;


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