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Variação de vazão de gotejadores enterrados na irrigação de citros e café (2002)

  • Authors:
  • Autor USP: FARIA, LUÍS FERNANDO - ESALQ
  • Unidade: ESALQ
  • Sigla do Departamento: LER
  • Subjects: CAFÉ; CITRICULTURA; GOTEJADORES; IRRIGAÇÃO LOCALIZADA
  • Language: Português
  • Abstract: Este trabalho teve como objetivo obter informações sobre o desempenho de gotejadores enterrados (irrigação subsuperficial), quanto ao aspecto de variação de vazão em função da intrusão radicular nas culturas de citros e café. O experimento foi conduzido em ambiente protegido (estufa plástica) durante o ano de 2001, na Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz"-USP, em Piracicaba SP. As mudas de café e laranja foram plantadas em vasos de cimento amianto com 100 L de capacidade, irrigadas por 14 modelos diferentes de gotejadores enterrados (autocompensantes e normais), em duas profundidades (15 e 30 cm) e em dois níveis de depleção de água no solo (seco e úmido). Foram realizadas cinco determinações de vazões individuais dos emissores, em intervalo de 60 dias entre a primeira e a segunda e de 30 dias entre as demais leituras, utilizando-se um medidor de vazão magnético indutivo com 0,3% de precisão. Os dados de vazão dos emissores foram analisados a cada leitura, através dos parâmetros: a) vazão relativa (QR%), tendo como referência à vazão obtida na primeira leitura e b) coeficiente de variação de vazão (CVQ%) da amostra analisada. Concluiu-se que: a) a intrusão radicular é aleatória, não tendo havido um modelo de emissor que se destacasse quanto à penetração de raízes; b) os níveis de irrigação não apresentaram resultados conclusivos no periodo analisado, porém, observaram-se evidencias de que o sistema radicular é mais agressivo tanto na camada superficialde solo (15 cm) para as plantas bem irrigadas, quanto nas camadas mais profunda de solo (30cm) para as plantas sob déficit hídrico; c) variações de vazão foram mais evidentes para os emissores a 30 cm de profundidade no cafeeiro; e d) os emissores autocompensáveis apresentaram maior instabilidade de vazão, na presença de raízes e partículas de solo, enquanto os emissores normais ) tiveram desempenho mais estável. Distúrbios de vazão nos gotejadores ensaiados foram mais pronunciados em determinados modelos de alguns fabricantes, o que evidencia a diferença tecnológica entre as empresas de equipamentos de irrigação analisadas
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 18.04.2002
  • Acesso à fonte
    How to cite
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    • ABNT

      FARIA, Luis Fernando. Variação de vazão de gotejadores enterrados na irrigação de citros e café. 2002. Dissertação (Mestrado) – Universidade de São Paulo, Piracicaba, 2002. Disponível em: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/11/11143/tde-26082002-153456. Acesso em: 24 jan. 2026.
    • APA

      Faria, L. F. (2002). Variação de vazão de gotejadores enterrados na irrigação de citros e café (Dissertação (Mestrado). Universidade de São Paulo, Piracicaba. Recuperado de http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/11/11143/tde-26082002-153456
    • NLM

      Faria LF. Variação de vazão de gotejadores enterrados na irrigação de citros e café [Internet]. 2002 ;[citado 2026 jan. 24 ] Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/11/11143/tde-26082002-153456
    • Vancouver

      Faria LF. Variação de vazão de gotejadores enterrados na irrigação de citros e café [Internet]. 2002 ;[citado 2026 jan. 24 ] Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/11/11143/tde-26082002-153456

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