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Padrão de reparação do enxerto ósseo autógeno em bloco associado ou não à membrana de PTFE-e: estudo histológico em ratos (2001)

  • Authors:
  • Autor USP: JARDINI, MARIA APARECIDA NEVES - FO
  • Unidade: FO
  • Sigla do Departamento: ODE
  • Subjects: ENXERTO ÓSSEO; TECIDO ÓSSEO DE ANIMAL; PERIODONTIA; RATOS
  • Language: Português
  • Abstract: O objetivo deste estudo foi analisar, quantitativa e qualitativamente, o padrão de reparação do enxerto ósseo autógeno em bloco associado ou não à membrana de PTFE-e. Foram utilizados 60 ratos machos da raça Wistar, divididos em dois grupos de estudo, um que recebeu o enxerto mais a membrana (ME) e o outro que recebeu somente o enxerto (E). Uma trefina foi utilizada para a remoção do enxerto ósseo em bloco da calvária do animal, que a seguir foi fixado na cortical vestibular próximo ao ângulo da mandíbula. No grupo ME, esse enxerto foi recoberto por uma membrana de PTFE-e. Os animais foram sacrificados em cinco períodos diferentes como segue: 0 hora, 7, 14, 21 e 45 dias. A área de interesse foi removida, fixada e recebeu o processamento histológico rotineiro para microscopia óptica. Foi realizada análise histológica descritiva e histometria. Para tanto foram selecionados os seis cortes mais centrais de cada espécime. A análise quantitativa foi feita através de um sistema de computador. Os dados foram analisados estatisticamente, em um nível de significância de 5%, pelos testes ANOVA e Tukey. Os resultados relativos aos períodos de observação para o grupo E mostraram que ocorre perda óssea ao longo do período de reparação (E0 =1,38; E45= 1,05, F=11,50 > Fc = 3,02), isto é, a área inicial do enxerto diminuiu ao longo do tempo. O percentual de tecido ósseo perdido esteve ao redor de 24%. Por outro lado, no grupo ME observamos ganho de tecido ósseo ao longodos períodos de observação (ME0= 1,54; ME45= 2,40, F= 11,50 > Fc = 3,02), isto é, a área total de osso neoformado foi maior que a área do enxerto colocado originalmente. O percentual de tecido ósseo ganho esteve ao redor de 55%. Quando comparamos os resultados entre os grupos E e ME (E45 = 1,05; ME45 = 2,40, F = 42,93 > Fc = 1,90), verificamos que o ganho ósseo foi significativamente ) para ME. Concluímos que o enxerto ósseo em bloco se reabsorveu parcialmente ao longo do tempo, enquanto o enxerto ósseo em bloco recoberto pela membrana de PTFE-e mostrou neoformação óssea adicional. Portanto a associação da membrana de PTFE-e ao enxerto ósseo autógeno em bloco conferiu melhores resultados
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 10.09.2001

  • How to cite
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    • ABNT

      JARDINI, Maria Aparecida Neves. Padrão de reparação do enxerto ósseo autógeno em bloco associado ou não à membrana de PTFE-e: estudo histológico em ratos. 2001. Tese (Doutorado) – Universidade de São Paulo, São Paulo, 2001. . Acesso em: 10 mar. 2026.
    • APA

      Jardini, M. A. N. (2001). Padrão de reparação do enxerto ósseo autógeno em bloco associado ou não à membrana de PTFE-e: estudo histológico em ratos (Tese (Doutorado). Universidade de São Paulo, São Paulo.
    • NLM

      Jardini MAN. Padrão de reparação do enxerto ósseo autógeno em bloco associado ou não à membrana de PTFE-e: estudo histológico em ratos. 2001 ;[citado 2026 mar. 10 ]
    • Vancouver

      Jardini MAN. Padrão de reparação do enxerto ósseo autógeno em bloco associado ou não à membrana de PTFE-e: estudo histológico em ratos. 2001 ;[citado 2026 mar. 10 ]


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