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Avaliação do nível de resíduos de atrazine e simazine em água, em áreas de cultivo intensivo de milho no Brasil (2001)

  • Authors:
  • Autor USP: RODRIGUES, ROSEMARIE DE SOUZA OLIVEIRA - IB
  • Unidade: IB
  • Sigla do Departamento: BIE
  • Subjects: PESTICIDAS; CONTAMINAÇÃO
  • Language: Português
  • Abstract: Avaliação do nível de resíduos de atrazine e simazine em água, em áreas de cultivo intensivo de milho no Brasil. A preocupação generalizada da população sobre o problema de contaminação ambiental, devido ao uso de pesticidas, tem crescido no nível mundial nos últimos anos. A causa de muitos problemas está ligada ao uso algumas vezes exagerado e descontrolado de certos pesticidas, especialmente os herbicidas, sendo que existem casos onde foram detectados resíduos de pesticidas no ambiente, incluindo a água potável. Baseado neste fato, com o apoio de Novartis Biociências S.A., realizamos em 1994/1995 um monitoramento visando avaliar a contaminação por atrazine e simazine em lagos, rios, nascentes, poços e estações de tratamento de água. As regiões selecionadas para o monitoramento foram as que utilizam estas substâncias há mais de 20 anos e onde, necessariamente nos últimos três anos. Os produtos a base de ATRAZINE e SIMAZINE foram aplicados nas áreas amostradas, em culturas de milho/soja em rotação. Ao nível de Brasil, as regiões de Rio Verde (Goiás); Londrina e Ponta Grossa (Paraná) foram escolhidas por serem consideradas representativas para o estudo em questão. Em cada região estudada foram selecionados alguns tipos de corpo de água, que são os seguintes: região Ponta Grossa: poço-06; rio-13; lago-04; nascente-00; estação de tratamento de água-01 / região Londrina: poço-04; rio-03; lago-09; nascente-05; estação de tratamento de água-02 /região Rio Verde: poço-09;rio-01; lago-05; nascente-14; estação de tratamento de água-05 / Total: poço-19; rio-17; lago-18; nascente-14 e estação de tratamento de água-05. Amostras de água foram coletadas em intervalos mensais no período de março de 1994 a maio de 1995. As análises foram realizadas seguindo metodologia desenvolvida pela empresa. Baseado nos resultados obtidos na amostragem acoma, pudemos verificar que nas condições do trablho realizado e nas regiões ) estudadas, não existe contaminação de ATRAZINE e SIMAZINE que coloque em risco o consumo de água ou a saúde da população, adotando-se os limites estabelecidos pelo Ministério da Saúde (Port.1.469/01); Organização Mundialda Saúde (OMS)e o Governo Americano (HAL-USA), considarados como seguros para o consumo humano durante todo o período de vida (ATRAZINE-Port. 1.469/01 e OMS: 2,0 'mü'/L/USA: 3,0 'mü'/L; SIMAZINE-Port. 1.469/01 e OMS: 2,0 'mü'/L /USA : 4,0 'mü'/L). A análise dos dados existentes e dos estudos de multi-espécies recentes indicam que não ocorreram efeitos duradouros em populações de plantas e animais aquáticos com concentrações abaixo de 20 'mü'/L
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 02.10.2001

  • How to cite
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    • ABNT

      RODRIGUES, Rosemarie de Souza Oliveira; SHIMIZU, Gisela Yuka. Avaliação do nível de resíduos de atrazine e simazine em água, em áreas de cultivo intensivo de milho no Brasil. 2001.Universidade de São Paulo, São Paulo, 2001.
    • APA

      Rodrigues, R. de S. O., & Shimizu, G. Y. (2001). Avaliação do nível de resíduos de atrazine e simazine em água, em áreas de cultivo intensivo de milho no Brasil. Universidade de São Paulo, São Paulo.
    • NLM

      Rodrigues R de SO, Shimizu GY. Avaliação do nível de resíduos de atrazine e simazine em água, em áreas de cultivo intensivo de milho no Brasil. 2001 ;
    • Vancouver

      Rodrigues R de SO, Shimizu GY. Avaliação do nível de resíduos de atrazine e simazine em água, em áreas de cultivo intensivo de milho no Brasil. 2001 ;


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