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Contribuição à reprodução da Melipona scutellaris latreille 1811 (Hymenoptera, Apidae, Meliponini) e suas conseqüências (2001)

  • Authors:
  • Autor USP: CARVALHO, GISLENE ALMEIDA - FMRP
  • Unidade: FMRP
  • Sigla do Departamento: RGM
  • Assunto: GENÉTICA ANIMAL
  • Language: Português
  • Abstract: As abelhas são parte do ecossistema em que vivem sendo, portanto, responsáveis pela polinização das flores. No Brasil, as espécies nativas de abelhas são conhecidas como "abelhas sem ferrão" pertencem a tribo Meliponini. Estas abelhas apresentam um ampla variedade de aspectos biológicos, dentre eles o seu mecanismo de determinação de castas. Este mecanismo tem sido largamente estudado no último século. Em 1974, Kerr propôs um modelo de regulação gênica para explicar a segregação das castas em Melipona de três operárias para uma rainha. Dois genes principais Xa e Xb seriam os disparadores de uma cascata de genes feminizantes. Larvas heterozigotas, adequadamente alimentadas, se desenvolveriam em rainhas e larvas mal alimentadas ou homozigotas se tornariam operárias, em conseqüência de uma baixa produção de hormônio juvenil (HJ) e não ativação de genes feminizantes. Pesquisas posteriores demonstraram que a aplicação extra de HJ em larvas pode desencadear o desenvolvimento de rainhas. Um dos primeiros trabalhos a tratar sobre a importância de fatores ambientais na determinação das castas em meliponínios foi o de Kerr (1948) mostrando uma pequena correlação positiva entre temperatura e produção de rainhas. Sabendo-se que em meliponínos o controle de temperatura é menos estável que em Apis (Kerr, 1972) este trabalho objetivou: a) conhecer o efeito do choque de temperatura associado ou não à aplicação extra de HJ em larvas de M. scutellaris, b) conhecer o peso corporalem diferentes estágios de desenvolvimento e c) estimar a quantidade de alimento depositada por alvéolo de cria. Um total de 475 larvas de M. scutellaris foram submetidas a choques de temperatura associados ou não à aplicação de HJ. Os resultados mostraram que a temperatura influencia a segregação das castas nesta espécie, diminuindo a produção de rainhas. Realizou-se a pesagem de 158 indivíduos que não receberam tratamento a observou-se que os pesos ) médios das operárias e rainhas foi de 100,68mg e 106,05mg, respectivamente, no estágio de pupa de olho branco e de 104,4mg e 109,48mg em recém nascido. Estimou-se que a quantidade média de alimento provisionada por alvéolo de cria foi de 185,4mg em M. scutellarís
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 19.01.2001

  • How to cite
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    • ABNT

      CARVALHO, Gislene Almeida; KERR, Warwick Estevam. Contribuição à reprodução da Melipona scutellaris latreille 1811 (Hymenoptera, Apidae, Meliponini) e suas conseqüências. 2001.Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, 2001.
    • APA

      Carvalho, G. A., & Kerr, W. E. (2001). Contribuição à reprodução da Melipona scutellaris latreille 1811 (Hymenoptera, Apidae, Meliponini) e suas conseqüências. Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto.
    • NLM

      Carvalho GA, Kerr WE. Contribuição à reprodução da Melipona scutellaris latreille 1811 (Hymenoptera, Apidae, Meliponini) e suas conseqüências. 2001 ;
    • Vancouver

      Carvalho GA, Kerr WE. Contribuição à reprodução da Melipona scutellaris latreille 1811 (Hymenoptera, Apidae, Meliponini) e suas conseqüências. 2001 ;

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