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Força de tração e desempenho operacional de hastes subsoladoras em solos com diferentes texturas e umidade (2000)

  • Authors:
  • Autor USP: SASAKI, CASSIANO MASSAKAZU - ESALQ
  • Unidade: ESALQ
  • Sigla do Departamento: LCF
  • Subjects: FÍSICA DO SOLO; MANEJO DO SOLO; UMIDADE DO SOLO; SOLO FLORESTAL
  • Language: Português
  • Abstract: Três configurações de hastes subsoladoras, duas parabólicas e uma reta-inclinada, utilizando-se ponteiras com e sem asa, foram avaliadas em áreas florestais manejadas sob cultivo mínimo do solo, num Neossolo Quartzarênico (RQ) e num Latossolo Vermelho-Amarelo A moderado, álico, textura média (LVA), localizados em Itatinga (SP) e Paranapanema (SP), respectivamente. As avaliações foram realizadas em dois períodos distintos, inverno e verão, e duas profundidades de trabalho, 20 e 40 cm, com os objetivos de avaliar a demanda de força de tração e o desempenho operacional de três hastes subsoladoras em solos com diferentes composições texturais, em duas profundidades de trabalho e dois níveis de umidade do solo. Os três tipos de hastes avaliados não diferiram entre si quanto a demanda por força de tração e desempenho operacional. Houve diferença para a profundidade efetiva de trabalho e a área de solo mobilizado, parâmetros em que a haste reta-inclinada apresentou os melhores resultados. As ponteiras com asa apresentaram cerca de 20% a mais de força de tração, 22% menos resistência específica operacional e mobilizaram 20% mais solo do que as ponteiras sem asa. Com o aumento da profundidade de trabalho, de 20 para 40 cm, houve incremento da força de tração, da potência na barra de tração e da patinagem. Não houve diferença entre os solos quanto à força de tração exigida, apesar do LVA apresentar 37% a mais de patinagem e 42% a mais de resistência específicaoperacional, quando comparado com o RQ. O LVA também apresentou menor profundidade efetiva de trabalho e menor área de solo mobilizado. Independentemente do tipo de haste, presença ou não de asas na ponteira, profundidade de trabalho e tipo de solo, a demanda de força de tração foi menor para o solo seco. O solo seco também proporcionou menor patinagem, menor resistência específica operacional e maior capacidade efetiva de trabalho, quando comparado com o solo úmido
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 27.11.2000
  • Acesso à fonte
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    • ABNT

      SASAKI, Cassiano Massakazu. Força de tração e desempenho operacional de hastes subsoladoras em solos com diferentes texturas e umidade. 2000. Dissertação (Mestrado) – Universidade de São Paulo, Piracicaba, 2000. Disponível em: https://teses.usp.br/teses/disponiveis/11/11142/tde-20191108-095442/. Acesso em: 27 fev. 2026.
    • APA

      Sasaki, C. M. (2000). Força de tração e desempenho operacional de hastes subsoladoras em solos com diferentes texturas e umidade (Dissertação (Mestrado). Universidade de São Paulo, Piracicaba. Recuperado de https://teses.usp.br/teses/disponiveis/11/11142/tde-20191108-095442/
    • NLM

      Sasaki CM. Força de tração e desempenho operacional de hastes subsoladoras em solos com diferentes texturas e umidade [Internet]. 2000 ;[citado 2026 fev. 27 ] Available from: https://teses.usp.br/teses/disponiveis/11/11142/tde-20191108-095442/
    • Vancouver

      Sasaki CM. Força de tração e desempenho operacional de hastes subsoladoras em solos com diferentes texturas e umidade [Internet]. 2000 ;[citado 2026 fev. 27 ] Available from: https://teses.usp.br/teses/disponiveis/11/11142/tde-20191108-095442/


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