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Manometria anorretal em crianças com constipação intestinal crônica funcional (2000)

  • Authors:
  • USP affiliated authors: BIGÉLLI, ROSA HELENA MONTEIRO - FMRP
  • Unidades: FMRP
  • Sigla do Departamento: RPP
  • Subjects: PEDIATRIA
  • Language: Português
  • Abstract: A constipação intestinal representa um problema comum na prática pediátrica. Existem estimativas de que a população pediátrica seja acometida por constipação intestinal em taxas que variam entre 0,3 a 8,0% Atualmente, a manometria anorretal é umexame bastante utilizado na criança e bem reconhecido por ajudar no estabelecimento do diagnóstico diferencial da constipação intestinal, incontinência fecal eena avaliação pré e pós operatória de anomalias anórretais congênitas, adquiridas outraumáticas. Os achados manométricos mais comumente verificados nas crianças com constipação intestinal crônica funcional são: hipotonia anal, hipertonia anal, contração paradoxal do esfíncter anal externo e assoalho pélvico, durante a tentativade defecação, habilidade diminuída do esfíncter anal interno para relaxar completamente durante a distensão retal, aumento da complacência e do limiar de sensibilidade retal consciente, além de diminuição da contratilidade retal. Foram estudadas34 crianças com constipação intestinal crônica funcional (50% meninos). A idade mediana na 1a. consulta foi de 7 anos a 1,5 meses e variou de 4 anos a 11 anos e 8 meses. Em 47% das crianças o início dos sintomas ocorreu antes dos 6 meses deidade. Em todas as crianças, foi realizada a manometria anorretal em seguida, iniciado o tratamento convencional com duração de 6 meses A manometria anorretal foi dividida em 2 fases. Na 1a fase insuflava-se o balão, desinsuflando-o em seguida(fase de curtaduração). Em uma 2a fase, mantinha?se o balão insuflado por 10 segundos (fase de longa duração). Os parâmetros manométricos estudados foram: pressão basal no esfíncter anal interno, amplitude e duração do relaxamento, pressãoresidual, tempo de latência, ângulo de queda egulo de subida. Após o término da terapêutica, as crianças foram divididas em 2 grupos: o grupo com boa resposta ao tratamento (22 crianças) e o grupo com má resposta ao tratamento ) (12 crianças). Não havia diferenças entre estes 2 grupos quanto ao gênero, à .idade no início da constipação a no caso novo, história familiar de constipação, história de infecção urinária prévia e presença de fezes na ampola retale enema opaco normal. Porém, se evidenciou diferença quanto à presença de escape fecal, que foi observada em 59% dos pacientes com boa resposta a 100% dos com má resposta clínica a terapêutica. Vinte crianças com boa resposta foram submetidas aoutra manometria, cujos parâmetros foram comparados com os obtidos ?na manometria pré tratamento. Observou?se queda da pressão basal no esfíncter anal interno com a intervenção terapêutica. Não foram detectadas modificações na amplitude aduração do relaxamento, pressão residual, tempo de latência, ângulos de queda e de subida com a intervenção terapêutica. Concluiu?se que na recuperação das crianças com constipação intestinal crônica funcional, ocorre queda no tônus anal, porémo reflexo de relaxamento não sofre alterações
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 30.05.2000

  • How to cite
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    • ABNT

      BIGÉLLI, Rosa Helena Monteiro; FERNANDES, Maria Inez Machado. Manometria anorretal em crianças com constipação intestinal crônica funcional. 2000.Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, 2000.
    • APA

      Bigélli, R. H. M., & Fernandes, M. I. M. (2000). Manometria anorretal em crianças com constipação intestinal crônica funcional. Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto.
    • NLM

      Bigélli RHM, Fernandes MIM. Manometria anorretal em crianças com constipação intestinal crônica funcional. 2000 ;
    • Vancouver

      Bigélli RHM, Fernandes MIM. Manometria anorretal em crianças com constipação intestinal crônica funcional. 2000 ;

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