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Estudo químico e físico-químico da Mimosa hostilis Benth (2000)

  • Authors:
  • Autor USP: ARAUJO, GILMAR TRINDADE DE - IQSC
  • Unidade: IQSC
  • Subjects: QUÍMICA; QUÍMICA ORGÂNICA; FÍSICO-QUÍMICA ORGÂNICA
  • Language: Português
  • Abstract: A madeira de Mimosa hostifis Benth (nativa do Nordeste Brasileiro), estudada quanto ao seu potencial de produção de polpa celulósica e de produtos derivados de pirólise. Estes estudos foram realizados visando a utilização desta espécie como fonteindustrial de biorriassa vegetal. O comportamento cinético e a seletividade da polpação foram avaliados pela análise comparativa dos processos de deslignificaçào e de degradação dos polissacarídeos, em função ao tempo de polpação, no intervalode temperatura de 140 graus C a 190 graus C. As constantes de velocidades dos processos de polpação foram determinadas a partir de ajustes lineares e não lineares (soma de três frações exponenciais). O modelo não linear se mostrou maisconsistente pois conseguiu prever as três etapas simultâneas envolvidas no processo de deslignificação e as duas etapas envolvidas na degradação de polissacarídeos, pela determinação ds constantes de velocidades e extensão de reação, em váriasisotermas. As energias de ativação para a deslignificação obtidas foram comparadas com dados da literatura e relacionadas com os processos químicos de quebra de ligações 'alfa'-0-4 e 'beta'0-4 na lignina. As energias de ativação envolvidas noprocesso de degradação de polissacarídeos foram relacionadas a carcterísticas estruturais destes. Os resultados obtidos para deslignificação mostraram que a espécie é resistente ao processo organossolve (etanol/água), com uma extensão dedeslignificação de aproximadamente 65%,enquanto para o Kraft a extensão foi de aproximadamente 96%. A seletividade dos processos foi analisada pela remoção relativa de componentes em função do rendimento de polpa e como seletividadeinstantânea. O processo organossolve apresentou somente duas fases de seletividade, enquanto o Kraft apresentou três fases distintas na relação de solubilização de lignina e degradação de polissacarídeos. A pirólise de madeira, além do carvãofornece o ) licor pirolenhoso (fonte de alcatrão) e gás não condensável. O alcatrão obtido foi utilizado com sucesso como correagente na preparação de resinas fenólicas tipo novolaca. As resinas obtidas apresentaram maiores temperaturas detransição vítrea e menor reatividade frente ao agente de cura, quando comparada com uma resina fenólica típica. Estes resultados indicam que esta poderia ser uma possibilidade de uso para este subproduto
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 25.04.2000

  • How to cite
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    • ABNT

      ARAÚJO, Gilmar Trindade; CURVELO, Antônio Aprígio da Silva. Estudo químico e físico-químico da Mimosa hostilis Benth. 2000.Universidade de São Paulo, São Carlos, 2000.
    • APA

      Araújo, G. T., & Curvelo, A. A. da S. (2000). Estudo químico e físico-químico da Mimosa hostilis Benth. Universidade de São Paulo, São Carlos.
    • NLM

      Araújo GT, Curvelo AA da S. Estudo químico e físico-químico da Mimosa hostilis Benth. 2000 ;
    • Vancouver

      Araújo GT, Curvelo AA da S. Estudo químico e físico-químico da Mimosa hostilis Benth. 2000 ;

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