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Estudo anatômico das artérias extramurais do útero de suínos neonatos sem raça definida (Sus scrofa domesticus, Linnaeus, 1758) (1998)

  • Authors:
  • Autor USP: CABRAL, LINDOLFO GONÇALVES - FMVZ
  • Unidade: FMVZ
  • Sigla do Departamento: VCI
  • Assunto: ANATOMIA ANIMAL
  • Language: Português
  • Abstract: Estudamos a freqüência, número, origem, divisão e distribuição dos ramos das artérias responsáveis pelo suprimento sangüíneo do útero em quarenta (40) suínos neonatos sem raça definida, com peso médio de 882,25 kg e comprimento médio de 26 cm, mediante injeção de solução de neoprene látex "650" corado e fixados em solução de formol a 10%, procedentes de três criatórios comerciais da região, dois do município de Uberlândia e outro de Patrocínio, ambos do Estado de Minas Gerais. Constatamos que os vasos arteriais que se destinam à nutrição do útero provém dos ramos das artérias ováricas, uterinas e vaginais. Observamos que as artérias ováricas, uterinas e vaginais foram encontradas em todas as peças dissecadas (100%) e que as mesmas sempre foram únicas em todas as amostras examinadas. No antímero direito, a artéria ovárica origina-se em 97,5% das observações diretamente, ora da face ventrolateral, mais freqüente, ora da face ventral da aorta abdominal, e em 2,5% emerge diretamente da artéria mesentérica caudal, podendo ser cranial ou paralela ao ponto de origem da artéria mesentérica caudal. No antímero esquerdo a artéria ovárica origina-se em 100,00% das amostras examinadas, ora da face ventrolateral, ora da face ventral, mais freqüente, da aorta abdominal sempre percorrendo seu trajeto inicial em linha caudoventralmente até dividir-se em vários ramos enrolados formando um plexo. No antímero direito, a artéria uterina em 100,00% das amostras trabalhadasemerge da artéria umbilical e no antímero esquerdo em 97,5% das observações emerge da artéria umbilical e, em 2,5% das peças estudadas origina-se diretamente da artéria ilíaca interna, seguindo embutida no ligamento largo do útero, dividindo-se em dois a quatro ramos primários, os quais subdividem-se em uma série de ramos que variam de sete a dezessete ramos secundários para a artéria uterina direita e sete a quinze para a artéria uterina esquerda, ) distribuindo-se na parede do corno, cor[p e cérvix do útero. A artéria vaginal em 100% das amostras examinadas origina-se da artéria ilíaca interna dividindo-se em um ramo cranial que se dirige à cérvix e corpo do útero para nutri-lo e um ramo caudal que se distribui principalmente na parede da vagina. Identificamos a ocorrência de anastomoses entre o ramo secundário cranial da artéria uterina com o plexo formado pela artéria ovárica, do ramo caudal da artéria uterina com o ramo uterino (ramo cranial) da artéria vaginal e entre os ramos craniais das artérias vaginais dos dois antímeros. A artéria umbilical em todas as amostras trabalhadas (100%) origina-se da artéria ilíaca interna, que emerge como um ramo terminal da aorta abdominal em 100% das observações. Não houve diferenças significantes entre a freqüência de ramos encontrada nos antímeros direito e esquerdo, tanto para os ramos primário, quanto para os extramurais
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 09.06.1998

  • How to cite
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    • ABNT

      CABRAL, Lindolfo Gonçalves; MARIANA, Arani Nanci Bomfim. Estudo anatômico das artérias extramurais do útero de suínos neonatos sem raça definida (Sus scrofa domesticus, Linnaeus, 1758). 1998.Universidade de São Paulo, São Paulo, 1998.
    • APA

      Cabral, L. G., & Mariana, A. N. B. (1998). Estudo anatômico das artérias extramurais do útero de suínos neonatos sem raça definida (Sus scrofa domesticus, Linnaeus, 1758). Universidade de São Paulo, São Paulo.
    • NLM

      Cabral LG, Mariana ANB. Estudo anatômico das artérias extramurais do útero de suínos neonatos sem raça definida (Sus scrofa domesticus, Linnaeus, 1758). 1998 ;
    • Vancouver

      Cabral LG, Mariana ANB. Estudo anatômico das artérias extramurais do útero de suínos neonatos sem raça definida (Sus scrofa domesticus, Linnaeus, 1758). 1998 ;

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