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Investigação sobre a resistência à corrosão intergranular do aço inoxidável austenítico UNS S31254 (1998)

  • Authors:
  • Autor USP: LEBRÃO, SUSANA MARRACCINI GIAMPIETRI - EP
  • Unidade: EP
  • Sigla do Departamento: PMT
  • Subjects: AÇO INOXIDÁVEL AUSTENÍTICO; CORROSÃO
  • Language: Português
  • Abstract: emolibdênio no contorno tipo fase chi e sigma, e não o de carbonetos de cromo. Quanto ao efeito do tempo de tratamento térmico, observou-se que as três temperaturas estudadas (400°C, 800°C e 1050°C) sofrem, para tempos crescentes, um processo de aumento da susceptibilidade à corrosão intergranular seguido de queda desta susceptibilidade (recuperação). Para as temperaturas de 800°C e 1050°C os resultados obtidos sugerem que o mecanismo de sensitização depende do ) tempo de tratamento térmico. Para os tempos mais curtos (onde o grau de sensitização é pequeno), o mecanismo, provavelmente, é o de precipitação de fases contendo cromo e/ou molibdênio, do tipo nitretos e/ou fase chi, e não o de carbonetos. Para os tempos mais longos, tem-se a sensitização devido à presença de fase sigma e carbonetos, sendo que no caso específico da temperatura de 800°C com 1000 horas de tratamento, a precipitação de carbonetos de cromo é a causa predominante da sensitização. O mecanismo de recuperação, que atua simultaneamente ao de sensitização, é provavelmente o de difusão de cromo e molibdênio até as regiões empobrecidas nestes elementos. A recuperação completa foi observada para as temperaturas de 400°C e 1050°C com 1000 horas de tratamento térmico. A temperatura de 800°C parece necessitar de tempos maiores de tratamento térmico para sua recuperação total.Foi investigada a resistência à corrosão intergranular do aço inoxidável UNS S31254 na condição solubilizada e tratada termicamente em temperaturas na faixa de 350°C a 1100°C, variando de 50°C entre elas, por tempo fixo de 40 minutos com resfriamento em água e, nas temperaturas de 400°C, 800°C e 1050°C, por tempos de 6 minutos, 10 horas, 100 horas e 1000 horas. Foram realizados os ensaios de Prática A modificada da norma ASTM A262 (examemetalográfico), reativação eletroquímica potenciodinâmica pelo método do duplo loop (DL-EPR) e a Prática C da norma ASTM A262 (perda de massa). Para os tratamentos térmicos a tempo fixo de 40 minutos foram encontradas evidências de susceptibilidade à corrosão intergranular para temperaturas acima de 500°C. Pela Prática A foi possível identificar uma faixa de temperaturas críticas para a corrosão intergranular: 700°C a 950°C. Com a Prática C, a faixa de temperaturas críticas é um pouco mais estreita: 750°C a 900°C. Por sua vez, com o ensaio DL-EPR observou-se a existência de quatro temperaturas críticas e que, inclusive, podem ser colocadas na seguinte ordem crescente de sensitização: 450°C, 600°C, 800°C, e 950°C. Ainda considerando-se o tempo de 40 minutos de tratamento térmico, o mecanismo de sensitização mais provável parece ser o de precipitação de alguma fase rica em cromo
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 26.08.1998

  • How to cite
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    • ABNT

      GIAMPIETRI-LEBRÃO, Susana Marraccini; ALONSO-FALLEIROS, Neusa. Investigação sobre a resistência à corrosão intergranular do aço inoxidável austenítico UNS S31254. 1998.Universidade de São Paulo, São Paulo, 1998.
    • APA

      Giampietri-Lebrão, S. M., & Alonso-Falleiros, N. (1998). Investigação sobre a resistência à corrosão intergranular do aço inoxidável austenítico UNS S31254. Universidade de São Paulo, São Paulo.
    • NLM

      Giampietri-Lebrão SM, Alonso-Falleiros N. Investigação sobre a resistência à corrosão intergranular do aço inoxidável austenítico UNS S31254. 1998 ;
    • Vancouver

      Giampietri-Lebrão SM, Alonso-Falleiros N. Investigação sobre a resistência à corrosão intergranular do aço inoxidável austenítico UNS S31254. 1998 ;

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