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O brilho superficial das galáxias de campo (1998)

  • Authors:
  • USP affiliated author: CYPRIANO, EDUARDO SERRA - IAG
  • School: IAG
  • Sigla do Departamento: AGA
  • Subjects: ASTRONOMIA; GALÁXIAS
  • Language: Português
  • Abstract: Nessa dissertação estudamos a distribuição do brilho superficial central dos discos das galáxias de campo. Usando o programa SExtractor sobre imagens do Digitized Sky Survey, obtivemos dados de fotometria superficial de 'DA ORDEM DE' 12000 galáxias constantes do COSMOS/UKST Southern Sky Catalogue. Esses catálogos de galáxias são limitados em magnitude isofotal 'b IND.j'= 20 e diâmetros isofotais '6 POT.n', 06, com um limite isofotal de 26,4 mag 'arcsec POT.-2'. Determinamos a distribuição de brilhos superficiais centrais extrapolados para toda a amostra. Essa distribuiçào tem valor modal em 21,87 'b IND.j'mag 'arcsec POT.-2', largura a meia altura de 1,9 mag 'arsec POT.-2'e uma "cauda" na direção de brilhos superficiais mais brilhantes. A partir da amostra completa produzimos sub-amostras, variando os parâmetros de seleção. Comparamos as características de nossa amostra com as previsões de Disney & Philipps (1983) e McGaugh et al.(1995). O formalismo de Disney & Phillipps falha tanto na previsão da posição do pico das distribuições quanto na forma dos finais fortes e fracos da distribuição. O formalismo de McGaugh et.al tem sucesso em descrever a forma do final fraco das distribuições, mas falha na previsão dos seus picos.A fim de obtermos informações sobre a distribuição intrínseca de brilhos supeficiais, produzimos catálogos de galáxias simulados por modelos de Monte Carlo. Esses modelos geram uma distribuição "observada" a partir de uma certadistribuição intrínseca. Comparando a forma do final fraco das distribuições observadas com nossos dados avaliamos a adequação de alguns modelos para a distribuição intrínseca de brilhos superficiais. Talvez a conclusão mais interessante desse trabalho seja que existe consistência entre o final fraco de nossa distribuição de brilho superficial e o modelo baseado na lei de Freeman. Nesse caso, a maioria das galáxias de baixo brilho superficial simuladas seriam galáxias "normais", em redshifts superiores a 0,1 que sofrem o efeito da correção k(z) e do esmaecimento cosmológico do brilho superficial
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 30.04.1998

  • How to cite
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    • ABNT

      CYPRIANO, Eduardo Serra; SODRÉ JÚNIOR, Laerte. O brilho superficial das galáxias de campo. 1998.Universidade de São Paulo, São Paulo, 1998.
    • APA

      Cypriano, E. S., & Sodré Júnior, L. (1998). O brilho superficial das galáxias de campo. Universidade de São Paulo, São Paulo.
    • NLM

      Cypriano ES, Sodré Júnior L. O brilho superficial das galáxias de campo. 1998 ;
    • Vancouver

      Cypriano ES, Sodré Júnior L. O brilho superficial das galáxias de campo. 1998 ;


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