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Variantes moleculares de papilomavírus humano (HPV) e risco de neoplasia cervical (1998)

  • Authors:
  • USP affiliated authors: RAHAL, PAULA - ICB
  • Unidades: ICB
  • Sigla do Departamento: BMM
  • Subjects: MICROBIOLOGIA
  • Language: Português
  • Abstract: Evidências recentes de estudos epidemiológicos têm mostrado que a detecção persistente de DNA de pailomavírus humanos (HPV) de alto risco aumenta o risco do desenvolvimento de lesões intra-epiteliais escamosas (SIL). Como consequência, estudos de coorte estão sendo realizados em diferentes populações examinando o valor preditivo das infecções persistentes em relação a ocorrência subsequente de neoplasia cervical. Este estudo tem como objetivo elucidar a infecção persistente por variantes moleculares de HPV 16 e 18 e associá-las ao risco de desenvolver lesões intra-epitelais escamosas em mulheres assintomáticas que participam de um estudo epidemiológico prospectivo em São Paulo. Para distinguir as diferentes variantes, moleculares existentes, foi realizado o método da clonagem seguido do sequenciamento de um fragmento de 364pb da LCR ("long control region") do genoma viral. Estes resultados foram comparados com as informações citológicas obtidas de múltiplos esfregaços durante o estudo. Foi observado que as infecções com HPVs 16 e 18 persistiram mais quando comparadas com os outros tipos oncogênicos. Neste estudo foram identificadas 6 variantes de HPV 16 e quatro do HPV 18. Os resultados mostraram que todas as pacientes persistiram com a mesma variante molecular inicialmente detectada. Variantes não européias dos HPVs 16 e 18 associaram-se mais ao risco da lesão intra-epitelial escamosas de alto grau (HSIL) do que variantes européias, embora não tenha sidoencontrada diferença significativa na tendência de persistir entre as duas categorias de variantes. As variantes européias predizeram ao risco de HSIL, da mesma maneira que os outros tipos oncogênicos. A ocorrência de infecções múltiplas por variantes moleculares de HPV 16 e 18, em uma mesma mulher, foi investigada pelo sequenciamento de vários clones de cada amostra. Não foi encontrada, nenhuma infecção múltipla por variantes, sugerindo assim, que nesta amostra estudada este tipo de infecção é um evento raro e, provavelmente, não seja relevante no processo da carcinogênese, como a persistência de alguma variante molecular em particular possa ser
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 18.09.1998

  • How to cite
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    • ABNT

      RAHAL, Paula; VILLA, Luisa Lina. Variantes moleculares de papilomavírus humano (HPV) e risco de neoplasia cervical. 1998.Universidade de São Paulo, São Paulo, 1998.
    • APA

      Rahal, P., & Villa, L. L. (1998). Variantes moleculares de papilomavírus humano (HPV) e risco de neoplasia cervical. Universidade de São Paulo, São Paulo.
    • NLM

      Rahal P, Villa LL. Variantes moleculares de papilomavírus humano (HPV) e risco de neoplasia cervical. 1998 ;
    • Vancouver

      Rahal P, Villa LL. Variantes moleculares de papilomavírus humano (HPV) e risco de neoplasia cervical. 1998 ;

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