Adaptação do método imunoenzimático (ELISA) para detecção de anticorpos anti-rábicos neutralizantes em soros humanos. Comparação com a prova de soroneutralização em cultura celular (1997)
- Authors:
- Autor USP: PIZA, ADRIANA SOUZA DE TOLEDO - FSP
- Unidade: FSP
- Sigla do Departamento: HEP
- Subjects: IMUNOLOGIA; VACINA ANTIRRÁBICA; IMUNIZAÇÃO; ANTICORPOS; TÉCNICAS IMUNOENZIMÁTICAS
- Language: Português
- Abstract: O método imunoenzimático ELISA foi adaptado para quantificar antiicorpos anti-rábicos em soros de pessoas previamente imunizadas. Foi utilizado como fonte de antígeno partículas virais purificadas e inativadas, e como conjugado, Proteína A conjugada à peroxidase. Foram testados soros de pessoas imunizadas com vacina produzida em cultura de células (HDCV) e com vacina produzida em cérebro de camundongo (Fuenzalida & Palacios) totalizando 353 soros. Os resultados foram comparados com os obtidos na prova de soroneutralização em cultura celular (microteste de inibição de fluorescência simplificado-SFIMT). Os resultados de sensibilidade (S), especificidade (E), e concordância (C) foram respectivamente 90,18 por cento, 82,05 por cento e 88,39 por cento quando se cnsiderou o ponto de corte como a média +2 desvios padrão (DP); e 85,09 por cento, 85,90 por cento e 85,27 por cento considerando o ponto de corte como a média +3 DP. Os valores preditivos positivo e negativo foram respectivamente 94,66 por cento, 70,33 por cento quando se considerou o ponto de corte como a média +2 desvios padrão (DP); e 95,51 por cento e 62,04 por cento considerando o ponto de corte como a média +3 DP. O maior número de resultados discordantes entre os dois testes ocorreu para soros coletados após apenas uma dose de vacina. Quando se considera somente soros relativos a indivíduos que tomaram pelo menos duas doses de vacina, os resultados de sensibilidade, especificidade econcordância são 96,57 por cento, 75 por cento e 95,85 por cento quando se considerou o ponto de corte como a média +2 desvios padrão (DP); e 94,42 por cento, 87,5 por cento e 94,19 por cento considerando o ponto de corte como a média +3 DP. Os valores preditivos positivo e negativo para um e outro caso foram respectivamente 99,12 por cento e 42,86 por cento; e 99,55 por cento e 35 por cento. Apenas um único soro foi considerado como falso positivo nesta situação. Foi proposta a possível adoção de uma região de dúvidas, levando a diminuição do número de soros classificados como falsos positivos (AU)
- Imprenta:
- Data da defesa: 30.06.1997
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ABNT
PIZA, Adriana Souza de Toledo. Adaptação do método imunoenzimático (ELISA) para detecção de anticorpos anti-rábicos neutralizantes em soros humanos. Comparação com a prova de soroneutralização em cultura celular. 1997. Dissertação (Mestrado) – Universidade de São Paulo, São Paulo, 1997. . Acesso em: 28 jan. 2026. -
APA
Piza, A. S. de T. (1997). Adaptação do método imunoenzimático (ELISA) para detecção de anticorpos anti-rábicos neutralizantes em soros humanos. Comparação com a prova de soroneutralização em cultura celular (Dissertação (Mestrado). Universidade de São Paulo, São Paulo. -
NLM
Piza AS de T. Adaptação do método imunoenzimático (ELISA) para detecção de anticorpos anti-rábicos neutralizantes em soros humanos. Comparação com a prova de soroneutralização em cultura celular. 1997 ;[citado 2026 jan. 28 ] -
Vancouver
Piza AS de T. Adaptação do método imunoenzimático (ELISA) para detecção de anticorpos anti-rábicos neutralizantes em soros humanos. Comparação com a prova de soroneutralização em cultura celular. 1997 ;[citado 2026 jan. 28 ]
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