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Revisão taxonômica das espécies neotropicais da tribo Alchorneae (Hurusawa) Hutchinson (Euphorbiaceae) (1997)

  • Authors:
  • Autor USP: SECCO, RICARDO DE SOUZA - IB
  • Unidade: IB
  • Sigla do Departamento: BIB
  • Assunto: BOTÂNICA (CLASSIFICAÇÃO)
  • Language: Português
  • Abstract: Esta monografia consiste de uma revisão taxonômica das espécies neotropicais da tribo Alchorneae (Hurusawa) Hutchinson, que compõe-se do gêneros Alchoenea Sw, Aparisthmium Endl. e Conceveiba Aublet. O estudo foi baseado principalmente na análise de cerca de 3.000 amostras de plantas herborizadas, depositadas em 48 herbários nacionais e estrangeiros, em materiais coletados pelo autor, especilmente na Amazônia e sudeste do país, e em observações de populações naturais de algumas espécies. Em Alchoenea foram reconhecidas 22 espécies: A.discolor Poeppig, A. fluviatilis R. SEcco, A. castaneifolia (Wild) Juss., A. glandulosa Poeppig, A. costaricensis Pax & K. HOffm., A. acutifolia Muell. Arg., A. hilariana Bail., A. sidifolia Muell. Arg., A. pubescens (Britton) R. Secco, A. latifolia Sw., A grandis Benth., A triplinervia (Sprengel) Muell Arg., A. grandifolia Muell Arg., A. tachirensis R. Secco, A. megalophylla Muell ARg., A. pearcei Britton, A. chiapasana Miranda, A. integrifolia Pax & Hoffm. e A. guatemalensis Lundell. Aparisthmium constitui-se de apenas uma espécie, A. cordatum e apresenta ampla distribuição na América do Sul. Conceveiba apresenta 11 espécies: C.guianesis Aublet, C. rhytidocarpa Muell Arg., C. hostmannii Bentham, C. martiana (Bail) JAbl., C. maynasensis R. SEcco, C. ptariana (Stevermark) Jabl., C. pleiostemona Donn-Smith, C. latifolia Bentham, C. terminalis (Bail)Muell Arg., C. parvifolia McPherson e C. krukoffii Steyerm. Três espécies novas para a Ciênciasão apresentadas: Alchornea anamariae R. Secco, A. tachirensis R. Secco e Conceveiba maynasensis R.Secco. Há também uma nova combinação, Alchornea pubescens (Britton) R. Secco e um "status novum", A. glandulosa subsp. iricurana (Casar) R. Secco. Os gêneros Conceveibastrum e Gavarretia foram considerados sinônimos de Conceveiba. . Alchornea leptogynaDiels, A. pavonieoides Posadas e A. valleana Croizat foram consideradas epécies duvidosas. Dados (continua) ) sobre a morfologia das espécies, incluindo hábito, indumento, folhas, inflorescências, flores, pólen, anatomia, frutos e sementes, bem como um resumo sobre dispersão, polinização, sistemas sexuais, plântulas, cromossomos, química, etnobotânica e conservação das mesmas é apresentado. Um capítulo sobre distribuição geográfica, ecologia e tendências evolutivas revelou que no gênero Alchorne três padrões de distribuição são encontrados: espécies amplamente distribuídas (num total de 7), espécies de distribuição restrita (num total de 12) e espécies de distribuição muito restrita (apenas 3 endenmismos). O centro de diversidade genétiva de Alchornea esta na Colombia, onde ocorrem 16 espécies. Conceveiba apresenta 3 espécies com padrões de distribuição amplo, 6 com distribuição restrita e 2 espécies com distribuição muitom restrita. Algumas tendências evolutivas, de carácter hipotético, foram assinaladas para os gêneros estudados, destacando-se: no caso de Alchoenea, o padrão de venação foliar, que divide o gênero em 2grupos de espécies (I.com venação pinada, incluindo os padrões bronquidódromo ou levemente eucamptódromo e II. com venação actinódroma); e variaçào de carpelos de 5 a 2. No caso de Conceveiba, tricomas simples/estrelados, 20-60 estames livres ou levemente concrescidos nas bases e sem estaminódios/8-15 estames, concrescidos nas bases, dispostos externamente aos estaminócidos, e inflorescências com flores isoladas, aos pares ou em tríades/inflorescências com flores dispostas em glomérulos. No caso de Aparisthmium, estames 8-10/estames 3-5. Uma análise cladística preliminar da triboAlchorneae é apresentada, usando como grupos-externos os gêneros paleotropicais monotípicos Wetria e bossera. Como resultado principal, destaca-se o fato de que referida análise suporta a inclusão dos gêneros Conceveibastrum e Gavarretia em Coceveiba, bem como revela qua a tribo ALchorneae é um grupo monofilético.(continua) ) No tratamento taxonômico são apresentadas chaves para identificação dos gêneros, espécies e subespécies, descrições e ilustrações dos mesmos, bem como dados adicionais sobre ecologia, usos e distribuição geográfica, além de mapas e comentários críticos sobre histórico, nomenclatura e afinidades dos táxons
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 24.06.1997

  • How to cite
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    • ABNT

      SECCO, Ricardo de Souza; GIULIETTI, Ana Maria. Revisão taxonômica das espécies neotropicais da tribo Alchorneae (Hurusawa) Hutchinson (Euphorbiaceae). 1997.Universidade de São Paulo, São Paulo, 1997.
    • APA

      Secco, R. de S., & Giulietti, A. M. (1997). Revisão taxonômica das espécies neotropicais da tribo Alchorneae (Hurusawa) Hutchinson (Euphorbiaceae). Universidade de São Paulo, São Paulo.
    • NLM

      Secco R de S, Giulietti AM. Revisão taxonômica das espécies neotropicais da tribo Alchorneae (Hurusawa) Hutchinson (Euphorbiaceae). 1997 ;
    • Vancouver

      Secco R de S, Giulietti AM. Revisão taxonômica das espécies neotropicais da tribo Alchorneae (Hurusawa) Hutchinson (Euphorbiaceae). 1997 ;

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